domingo, 30 de março de 2014

Rali em Fafe? Só se for a sério!


Sou um entusiasta da ideia. Acho que já me iludi mais. Agora, brincar ao Rali, penso que já é demais.
Estive lá! Fui lá para assistir ao espetáculo que conheço desde miúdo, mas confesso que fiquei desiludido com a prova. Não sei se foi porque gostei mais o ano passado ou qualquer outra razão, mas soube tão a pouco…
O ambiente à volta? Esse estava muito agradável, por aí vencemos à grande! Isso é tarefa ganha. Lá público temos nós!

O QUE FAZER?
Muito fácil! Fazer todos os possíveis para trazer o “Rali de Portugal” para Fafe. Apostar tudo! Sem medo. O retorno é mais fácil do que se pode imaginar. Estou, neste momento, a traçar um plano de intervenção (Plano de Negócio) para o local. Ainda não sei como o vou dar a conhecer, mas sei que o não vou entregar de mão-beijada. Este plano é ambicioso. Pensado para quem quer investir muito, pouco ou nenhum dinheiro, porque não só precisa de compradores como também de trabalhadores (envolve todas as empresas de Fafe… e do mundo). Serve para a autarquia orientar mas também para uma empresa ou uma associação.
Fafe quer vender a sua marca, mas para isso não chega atirar as pessoas para o meio do monte ver Rali… 140 000 espetadores… qual o retorno? Voltam sem o pretexto do Rali? O que deixam em Fafe? O que levam de Fafe? O que ofereceu Fafe para que eles voltem ou, pelo menos, não se esqueçam de Fafe?
«Já que a Montanha não vai a Fafe, vai Fafe à Montanha»



sábado, 29 de março de 2014

Mens sana in corpore sano

Ora bem, o resultado já era esperado: Professores dão uma verdadeira malha futebolística à equipa dos Master Bodes. Professores 13 - Master Bodes 4.
E confesso que deram 4 porque a minha aselhice na baliza assim o permitiu, mas pronto... para o ano há mais!
Agora um pouco mais a sério, o resultado importa pouco, no nosso caso só serve mesmo para espicaçar aquela gente boa que nos vai aturando ao longo do ano... sim, porque eles também nos aturam, quanto mais não sejam quando querem andar na 'baldice' e nós lá temos de lhes 'dar nas orelhas'. No final, ficará com toda a certeza uma feliz convivência e algumas lições para a vida. Viva a EAC!

quinta-feira, 27 de março de 2014

ALEGRIA, PÁ!

Dizem por aí que a vida é uma grande estopada. Problemas atrás de problemas, complicações atrás de complicações… “Olha lá, ó meu: o que é que fizeste para alterar isso?”
A vida só é chata porque nós somos chatos. Há problemas? Há! Mas também há a inteligência que tem de servir para alguma coisa… há que usá-la!
A vida não é complicada, nós é que a complicamos a maior parte das vezes. Ou porque queremos o carro novo, a casa maior (e depois só usamos cozinha, quarto e wc) e a roupa de marca porque a filha do vizinho também usa.
E se nos contentássemos com a ‘roupa limpa’, o ‘carro possível’, a ‘casa necessária’ e o ‘sorriso de quem não entra em euforias e consegue levar uma vida simples mas sem chatices’?

Haja bom senso, o resto são cantigas!

Só porque hoje é Dia Mundial do Teatro...

e Coimbra é o palco!

Só porque hoje é Dia Mundial do Teatro

quarta-feira, 26 de março de 2014

Ator principal

É verdade. Fiquei com o papel principal. O palco é meu. Também é verdade. Então tornei-me o ator principal no meu palco.
«Fácil?» – dizem todos com sorrisos sarcásticos, uns para os outros!

«Não é assim tão fácil…» - digo eu que sou ator. «Mas se pensam que é fácil, façam-no vocês, meus senhores!»

Sonhei com os teus lábios

«Sonhei com os teus lábios. As palavras melodiosas pronunciadas. Os beijos infinitos trocados. O sorriso terno, o feliz e o brincalhão.»
in ...

terça-feira, 25 de março de 2014

Tudo a postos

... para o grande derby EAC FUTSAL CUP - SUPERTAÇA (sexta, 28-03-2014 - 10h45, pavilhão de Coselhas Coimbra) - 
MASTER BODES v/s PROFESSORES.Estão a imaginar o Cristiano Ronaldo do Futebol? A minha prestação no Futsal não tem mesmo nada a ver... não jogo nada! Mas enfrento! Mas vou lá estar e vou defrontar a equipa vencedora do torneio. Sim, porque antes aconteceu um torneio e aqui 'os velhinhos' só entram em cena depois de encontrados os vencedores, porque depois de uma montanha há sempre outra e o mesmo acontece com os obstáculos da vida. Heróis? Heróis de um momento específico, localizados num tempo e num espaço concreto não são heróis eternos. Mas foram heróis. A história fala deles, porque venceram aquela batalha, ainda que as outras... a ver vamos!
Independente da vitória, que será nossa sem pestanejar, avaliando pela 'malha que lhe demos' o ano anterior, a grande final aproxima-se e tenho de me preparar fisicamente, porque até ao momento ainda só comprei as luvas... já é um princípio!

domingo, 23 de março de 2014

Vereador José Baptista soma e segue

Três semanas para tratamento igual entre a cidade e todas as aldeias. Tudo isto porque a iluminação voltará ao normal funcionamento, ou seja, a iluminação pública, a partir desta semana, volta a funcionar durante toda a noite. Este processo será feito de forma gradual, uma vez que há ajustes a fazer para que sejam desativadas luminárias em excesso e redistribuir melhor por todas as zonas. O mesmo já aconteceu com os chafarizes na cidade que estiveram desligados. Sabem quanto gasta o chafariz por mês na Arcada? 1000 euritos (só isso, que tal?)!!!

Tratamento de animais com dignidade. Foi adquirida uma carrinha pela autarquia (em segunda mão) que fará o transporte dos animais até ao canil, substituindo a carrinha de caixa aberta que não aparentava lá muita dignidade no transporte canino. Capturar caninos também será feito de outro modo menos espalhafatoso, deixando o tradicional de laço para trás…

Processo da feira acolhido com toda a simpatia. Depois de um trabalho minucioso, os lugares da feira foram sorteados e tudo correu com nível…

Estas são algumas das informações que tivemos conhecimento sobre a atividade do Vereador José Baptista. Reequacionar gastos para dar igual tratamento a todas as freguesias do concelho, dignidade aos animais, resolução do processo da feira… e ainda há umas coisinhas que a todo o seu tempo iremos desenvolver, mas precisamos de mais informações. Seja como for, acho que estas ações merecem ser partilhadas… não só porque os munícipes têm todo o direito de saber o que faz cada Vereador mas também porque merecem aplauso!

Já agora, se não for pedir muito: DESLIGUEM A PORCARIA DOS CHAFARIZES E APLIQUEM ESSE DINHEIRO NA FORMAÇÃO ARTÍSTICA DOS NOSSOS JOVENS (bolsas de estudo, por exemplo, no caso de falta de recursos).


Chuva no dia do Rali


Ó nosso Senhor, 
Dai-nos tempo bom,
Porque o Rali de FAFE
É uma grande oração!

http://freemeteo.com/default.asp?pid=23&la=18&gid=2739788

sábado, 22 de março de 2014

Um cheirinho das minhas estantes...

Peter Brook.  Antonin Artaud. Rosele Goldberg. Constantin Stanislavski. Brecht. Molière... e são alguns dos que de um modo ou de outro fazem com que acredite na vida enquanto uma grande peça de teatro. Antes destes, há outros que a seu tempo também vão aparecer para mostrar que os clássicos, Gregos e Romanos, já nos deram quase todas as lições, talvez nós é que não temos a humildade e sabedoria suficiente para os ouvir. No palco, a vida alterna-se entre a comédia e a tragédia. Confesso que já me cansei da tragédia. Ainda que reconheça o seu nobre ensinamento. Estilo sóbrio... mas Gosto mais da comédia. Quem não gosta? Há, no entanto, alguns ensinamentos que só a experiência nos vai mostrando. Numa peça de teatro são precisos vários intervenientes: Dramaturgo - escreve; Encenador - interpreta, orienta; Cenógrafo - desenha espaço; Aderecista/Figurinista - desenha adereços e vestes; Sonoplasta e Luminotécnico - desenha o som e a luz; Ator - interpreta; Público - assiste/participa/interpreta. Na peça da vida temos de ser firmes em quase todos estes momentos, ainda que em alguns deles seja necessário recorrer a outros técnicos, porque a peça, ainda que em monólogo, continua a depender da intervenção de um todo. Às vezes aparecem uns percalços, mal intencionados, que querem escrever a 'nossa' peça, mas esquecem-se que quem estudou os grandes clássicos e os mestres da dramaturgia fomos nós!

quinta-feira, 20 de março de 2014

O trabalho invisível de um professor

Nada agradável. Corrigir testes é matéria que bem dispensava. Preparar aulas, isso sim. O Dicionário já é um amigo firme, presente nos bons e maus momentos, a Gramática de Celso Cunha e Lindley Sintra, História da Literatura Portuguesa e os Manuais escolhidos… Sempre tudo a postos para as mais diversas aventuras de confrontação e revisão. Depois há aqueles momentos muito próprios… turmas diferentes, comportamentos desiguais, mais ou menos dificuldades… toca a adaptar as matérias às circunstâncias. Desistir? Jamais. Se uns aprendem os outros, só se se negarem ao conhecimento, também chegam lá. É difícil? Aborrecido? Chatices? Tantas e tantas vezes… Mas o que é o homem sem a problemática da própria humanidade?

quarta-feira, 19 de março de 2014

Dia do pai… é hoje e amanhã e depois também, ok?

Estes dias vi uma carinha tristinha e não consigo deixar passar como se não fosse nada comigo. «O que se passa? Que tens? – perguntei eu! Nada! – disse ela!» Mas eu volto a insistir e entre lágrimas lá me confessou: «Estou farta de estar sozinha. Já não vejo a minha mãe há muitos meses (a mãe emigrou, já me tinha dito). Eu não tenho regras. Tenho falta disso. Se quiser, depois das aulas vou para o Porto ou para onde quiser, ninguém me diz nada… Tenho falta de alguém a colocar-me regras…».
A conversa continuou apenas mais 2 ou 3 minutos. Não tive tempo de dizer muito. Esta já não era a primeira vez que tive uma conversa do mesmo género. Compreendia a situação. Também não gosto mesmo nada de estar sozinho. Mas tentei orientá-la, no sentido de minimizar a dor, para que ela criasse as suas próprias regras e até se juntar a outros colegas cozinhando uns dias numa casa outros nas outras… aquele sacrifício representará um futuro melhor… enfim!
No dia seguinte já vi um sorriso e motivação no trabalho… vamos lá, um dia de cada vez!

A sociedade até pode ser complexa, mas é nas situações mais comuns que ela se uniformiza. A nossa juventude pode ser muito irreverente, mas cá está uma prova que as regras são o pilar da sociedade e a família é e será sempre essa mesma base estrutural para o saudável crescimento.
Nem sempre a família pode estar junta. Em tempos de crise, agravam-se as situações. 
Agora… aos senhores que nos (des)governam: Talvez seja altura de ouvir mais as vozes de quem sente e menos as teorias políticas…


Eu sou um sortudo. Não fui bafejado por presentes caros só porque passei o ano (sempre me disseram: isso é o teu trabalho, é aí que tens de dar cartas) e nada de roupas de marca, mas tive sempre ali uma base de apoio muito forte. Para o bem e para o mal. Ali. Também longe tantas e tantas vezes… mas ali. Obrigado por tudo… aos dois!

Deixo esta música...
Porque é o dia do Pai e a primeira cassete que o meu Pai me ofereceu tinha esta música.
Porque Zeca Afonso canta Coimbra.
Porque o meu Pai me deu uma cassete de um homem que estudou em Coimbra.
Porque eu era um menino em Fafe quando me deu a cassete.
Porque eu cresci e também fui estudar para Coimbra.
Porque meu Pai está em Fafe e eu em Coimbra... com o coração em Fafe com o Meu Pai!





terça-feira, 18 de março de 2014

Bom dia pessoal

Fortemente preparado para mais um dia no batente. Às vezes a tarefa não é fácil, mas nada como uma espreitadela solarenga para animar. Não sei bem a razão, mas de repente este Moinho de Vento fez-me lembrar o Moinho de Água que me recebia de braços abertos todas as vezes que chegava à minha aldeia (Regadas) em Fafe. Bastou um só metro a interferir no projeto de remodelação da estrada para o derrubarem. Enfim, aos prédios novos deixam construir mais um piso, mesmo contra todas as normas, ao pobre do Velho Moinho Centenário, lá da aldeia - porque há quem pense que somos todos uns parolos - destruíram o Moinho que tão bem me recebia. Mas pensando bem, o problema devia mesmo ter sido esse, eles deviam saber que o Moinho 'me recebia bem' e pronto... já estou a imaginar: «receber bem aquele gajo? Nem pensar!...»
Haja alegria e os belos Moinhos de Apúlia para nos recordar os outros... e, claro, o suporte digital do Jesus Martinho que não deixa morrer as memórias de Fafe.
Aquele abraço e um beijinho à fotógrafa...

domingo, 16 de março de 2014

O prédio da Sacor pode ir a baixo?

… Fafe! Política (bem) à moda de… Fafe. Não é que deixaram construir este belo edifício e agora até já falam em demoli-lo? Oh valha-nos Deus e os anjinhos todos… Mas que raio de administração da coisa pública nós temos?
Sinceramente, ainda não percebi muito bem o que se passa com este prédio… foi mal construído? Seguiu tudo à risca mas não acabaram? Confesso que não sei mesmo o que se passa, apenas ouvi uns rumores aqui e ali e continuo sem perceber. Li e reli o artigo no Notícias e Fafe… e continuo sem perceber. Afinal, o que se passa? Será que alguém me pode mesmo explicar?
É claro que isto já não é novo em Fafe, há outro há anos nos mesmos moldes, Royal Center…
Se há erros na construção… se é que é esse o problema… quem falhou? Quem tem de ser responsabilizado?

Não haverá resolução sem ser a demolição? E será que me podem esclarecer do que se está a passar?

sábado, 15 de março de 2014

Isto é fantástico

Recebi os meus livros da Editorial Presença. Não chegou a 5 euros o valor que paguei por estes três livros. Quando lá cheguei, tarefa meia turbulenta porque eram muitos a sobrecarregar a rede, as opções não eram muitas, mas mesmo assim ainda consegui três bons livros. Esta estratégia de Marketing é excelente. Não só permite adquirir livros a preços irrisórios, mas faz com que as pessoas andem a pedir umas às outras para tentarem adquirir os livros pela sua conta. No meu caso não foi necessário, bastou-me partilhar e logo uns amigos (que também gostam de livros) entraram pelo meu link e quase logo fiquei com os pontos necessários. Afinal, tenho amigos. Obrigadinho a eles e a elas e obrigadinho à Editorial Presença por contribuir para que a cultura (minha/tua/nossa/vossa/deles) aumente. Viva a Cultura!

Há uma curiosidade que tenho num destes livros: será que vou encontrar tiques dos atuais políticos idênticos aos de Luís XIV?

sexta-feira, 14 de março de 2014

M.

Amo-te, mas não penso,

Porque pensar faz sofrer...

quinta-feira, 13 de março de 2014

O problema é que os jornais dizem a merda que os gajos como tu não gostam de ouvir…


Mané – Ei! Tu aí! Sim tu, ó totó… que estás para aí a dizer? Não gostas da tua vida? Queres levar um tiro nos cornos? Ou não gostas do que dizem os jornais? Podes sempre limpar-lhe o cú. O problema é que os jornais dizem a merda que os gajos como tu não gostam de ouvir… porque são desmascarados… são trafulhas… deixa ver
(arranca-lhe o jornal das mãos)
«subida de impostos… fraude fiscal… mata a amante e suicida-se a seguir… aumento de desemprego… férias de luxo… esbarra lamborgHini e compra Ferrari…»
Filhos-da-puta! É este o país que temos…

Rute – Chega! Deixa o homem em paz.

Mané – Ai é? Queres que o deixe em paz? E logo tu que estavas a dizer que as nossas famílias é que viviam sem fazer nada.

Rute – E tu sabes bem que é verdade!

Mané – (aponta-lhe a arma) Cala-me essa boca. Só dizes merda…
Rute – E tu só fazes merda. Onde arranjaste essa arma? Já estiveste a fumar…
(Salvador sai sem eles se aperceberem)

Mané – (empurrando-a) Já te disse, caralho. Cala-te!

Zé – (tira-lhe o jornal) Baixa isso.

Joca – Não consegues ser normal? Pensas que estás sozinho? Há gente que gosta de ti…

Mané – (aponta a arma para Joca) Agora queres dar-me tu lições… ó betinha? Mas eu perguntei-te alguma coisa? Achas que me convences por teres uns olhos bonitos e andares sempre bonitinha?

Zé – (agarra no Mané para lhe tirar a arma) Chega Mané! Dá cá isso, senão ainda magoas alguém. Somos todos amigos…


Mané – Somos o caralho. Estamos todos a lutar pela sobrevivência… ninguém é amigo de ninguém na hora da morte… todos fogem… todos se borram de medo de ser apanhados pela bófia… (empurra-o) e chega-te para lá…

SOUSA, Pedro Miguel Teixeira, Back to life, Cena IV (excerto).

quarta-feira, 12 de março de 2014

«Um escravo à inteira serventia da sua deusa!»

Cena IX

(Psique deslumbra-se com esta dedicatória amorosa e quando terminam a cantoria, corre e joga-se nos braços do seu amado)

PSIQUE (Agarrada ao pescoço de Cupido e beijando-o)
Tu és louco! Tu és divinal! Tu és…

CUPIDO

            … um eterno apaixonado! Um escravo à inteira serventia da sua deusa! A mais bela e mais carinhosa de todas as mulheres, que faz parar as chuvas e os ventos, as aves e os animais selvagens com tamanha luz que de si irradia. Não há noite que não clareie, nem dia que não escureça! Os rios correm para o leito e as nuvens dissolvem-se nos mares! Tudo precipita a sua beleza!
(...)

SOUSA, Pedro Miguel Teixeira, AS NÚPCIAS DE CUPIDO E PSIQUE, Ato IV, Cena IX.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Cidade palco

A cidade é palco. A cidade é o palco da excelência. É na Cidade que tudo acontece. É na cidade, ou fora dela mas ainda em cena, que acontece a melhor peça (ou devia acontecer) - a peça da minha/tua/nossa/vossa vida. Esta peça não tem guião completo. Há horas marcadas para almoçar, jantar, trabalhar... às vezes até tentamos marcar as horas de dormir. Não nesta cidade da foto, porque aqui as horas de dormir são diferentes. O edifício iluminado é um teatro mas a peça, a minha peça, está a acontecer do lado de fora. Estou em cena. Como estive milhares de vezes. Só que desta vez a peça está mais completa porque só agora é que me apercebi que estou a representar. Neste palco. Nesta cidade. As luzes não se apagam. A cortina não fecha. Nesta cidade e neste palco ou neste palco desta cidade, a peça continua sem interrupções marcadas. Neste palco há amor. Também há loucura. Amizade. Fraternidade. Neste palco há um pouco de tudo! Até há, vejam lá, a tão aclamada "liberdade".

Foto: Praça da República - Coimbra

Tu-mias & A-migo estão de volta


sábado, 8 de março de 2014

Dia da Mulher Princesa

Hoje é dia da Mulher. Hoje é dia da verdadeira Mulher. A Mulher Princesa!
A Mulher Princesa é a Mulher Mãe. A Mulher amiga. A Mulher companheira. A Mulher conselheira. A Mulher esposa. A Mulher namorada. A Mulher tudo…

A Mulher Princesa é a que dá um beijinho e não espera nada mais do que carinho. A Mulher Princesa é a mãe que abraça o filho porque fez bem e o repreende se fez mal, porque ela tem obrigação de o educar. A Mulher esposa abraça o marido mas também discorda e logo de seguida se senta e conversa o que está mal procurando sempre o consenso. A Mulher tudo é a Mulher profissional que agarra o trabalho com garra, a Mulher brincalhona que se diverte com as amigas, a Mulher terna que dá miminhos, Mulher linda de sorriso da estrela mais brilhante, Mulher de unhas cuidadas, Mulher de cabelos ao vento, Mulher que carrega dentro a continuidade da vida humana, Mulher que és linda... quero-te assim todos os dias! Porque todos eles são teus...

terça-feira, 4 de março de 2014

Formação Contínua de Professores - Inscrições Abertas

A EUAC (Escola Universitária das Artes de Coimbra) tem homologado pelo Conselho Científico Pedagógico da Formação Contínua um conjunto alargado de Formação destinada a Professores. Neste sentido, convido a visitar o site da EUAC e, se considerarem oportuno, inscreverem-se num dos cursos que oriento com o Professor/Escultor Fernando Lardosa.
Formações:
- O texto Dramático na Sala de Aula;
- Escrita Dramática e Design de Cena;
- A Construção da personagem - Interpretação, Caracterização, Figurinos e Adereços de Ator; 
- A Performance como veículo de leitura e interpretação artística;
- Produção e Organização Cultural e Artística nas Escolas e na Comunidade envolvente.


segunda-feira, 3 de março de 2014

A política fafense e os desencontros amorosos

     Quem namora com quem? Qual a melhor estratégia para apresentar trabalho ao eleitorado? Quem é oposição? Quem é poder? Quem manda?
     Os últimos mimos trocados entre dois nomes conhecidos da ribalta política fafense, José Augusto Sousa - Miguel SummavielleJosé Augusto Sousa, não passam de fedivers.   Nutro simpatia pelos dois e, até digo mais, acho que ambos seriam uma mais valia para a administração da cidade. Não pretendo com isto lançar qualquer tipo de confusão nas cabecinhas mais frágeis – que seja claro! Miguel Summavielle sabe muito bem ao que vai e José Augusto tem humildade suficiente para ouvir os outros, ainda que às vezes possa parecer o contrário com algumas das suas intervenções escritas mais agressivas.
     Independente dos Independentes e partidarismo à parte do PSD, ainda é muito cedo para esta troca de acusações, só se percebe porque é preciso dizer alguma coisa para mostrar que os políticos estão vivos. E porque as crónicas na comunicação social local são uma obrigatoriedade. Será?
     A minha análise pode ser precipitada, mas independentemente de concordar ou não com a aprovação dos IPF aos orçamentos do PS no mandato anterior, justificados porque incluíam matérias dos próprios IPF, estes continuam a ganhar pontos quando o dizem, ou seja, no mandato anterior aprovaram porque eram ouvidos, agora não aprovam porque não são tidos em consideração. Já a posição do PSD está fragilizada. Diria mesmo muito fragilizada com este acordo. É verdade que já vieram a público algumas boas propostas, mas o certo é que são 3h00 da manhã de segunda-feira (véspera de Carnaval) e as luzes continuam a desligar como antes. E os projetos sociais? Quando vão para o terreno? Ao que parece, ainda há candidaturas pendentes nos gabinetes!
     Não nos podemos esquecer que ainda estamos no primeiro ano do mandato. Nem menos nos esqueceremos que há um trabalho de aceleração de processos que não se podem fazer de um dia para o outro, mas há questões que são fáceis de resolver e para isso tem de existir consentimento da presidência.
     O PSD ou se afirma e mostra com clareza que tem uma voz e consegue pôr em prática as suas ideias ou o melhor será arrumar as malas!

     Há, no entanto, um período de trabalho que temos todos de aguardar. Um ano, diria eu, depois disso não haverá mais tolerância ou desculpa para a não colocação em ação dos seus projetos. As vozes que nos vão chegando são benéficas aos dois vereadores (Marinho e Baptista), mas continuo a dizer que não chega a sua boa vontade, é preciso uma afirmação das suas ideias e, como já o referi, sairemos todos a ganhar.
     Acredito piamente na capacidade de trabalho dos dois e aprecio sobretudo a humildade de José Baptista. É reconhecido academicamente, mas também o é enquanto ser humano e é com pessoas destas que todos podemos ganhar. Desejo apenas que as suas ideias sejam postas em prática... porque Fafe já merece há anos!

domingo, 2 de março de 2014

Moda

NÃO HÁ MODA PERFEITA! HÁ MODA! A melhor é sempre aquela que torna as pessoas felizes com o que vestem, calçam... assim como com os adereços que vão moldurando a sua persona.
Gosto da variedade. Sobretudo das cores. Tornam a festa da vida mais animada. Deve-se optar umas vezes por algo mais clássico, outras mais desportivo, mas sempre com estilo... mas esse só é possível com o bom gosto. Não! Não é com o mais caro! É com o que melhor nos identifica... Quanto ao resto, há gosto mais belo do que aceitar a diferença?

Portugal dos pequenitos

O mundo seria bem mais interessante se fosse vivido com a simplicidade dos pequenitos, não seria?

sábado, 1 de março de 2014

Voar sem asas

Ora vamos lá! Ando para aqui às voltas com o meu blogue. Começou com um objetivo mais político, depois tornou-se num local de publicação das minhas crónicas, hoje é um espaço onde vou publicando tudo o que me dá na 'real gana'. Não sei muito bem se vai ficar assim, se vai sofrer alterações em breve. Só sei que isto é fixe. Um blogue é uma espécie de árvore. Os ramos crescem e não sabemos onde vão parar. Cada um deles pode ser mais ou menos... formal. Os assuntos considerados chatos e maçudos, para a maior parte das pessoas, tipo políticas e afins... terão um tratamento particular. A cultura, educação e arte são preferências de eleição... Quando ao resto, tudo o resto, são olhares sobre as pequenas/grandes coisas que fazem a diferença. Sem formalidades... porque agora, só quero voar!