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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Fafe já teve comboio!



As cidades optam por criar espaços de memória para preservar as identidades, as características, os usos e costumes de um povo. Os espaços de memória são obras de arte a céu aberto e permitem ao espetador viajar num mundo outro, onde as suas memórias se confundem com realidades mais ou menos presentes, mas que trazem momentos de nostalgia e saudade.
Na última segunda-feira, em conferência de imprensa, foi publicamente apresentada a ideia para criar o Espaço de Memória Coletiva, Educação, Cultura e Arte. Um projeto que nasceu da ideia de aquisição de uma locomotiva, mas que logo uniu em seu redor pessoas para construir um projeto que pudesse contribuir para o engrandecimento de Fafe. Este mesmo projeto vai para além do seu aspeto físico, uma vez que já contempla uma proposta educativa para que esse espaço possa ser um museu sobre o comboio em Fafe, mas também concentra a sua ação numa estrutura pedagógica construída para contribuir para uma educação (informal) saudável junto da comunidade. Na perspetiva de alargar e/ou ajustar as suas valências, sempre em parceria com Escolas (Procurar promover visitas de estudo constantes), Autarquias e outras instituições públicas ou privadas, que trabalhem sobretudo na área da educação, este espaço pretende colocar ao serviço da população um “Espaço de Memória’’ (através de uma exposição permanente referente ao comboio em Fafe), “Atividades Educativas/Culturais” (Atividades lúdicas, Cursos livres, Workshops, Clubes culturais, artísticos e recreativos…) e um “Espaço de Artes” (Exposições temporárias com artistas locais, nacionais e internacionais; Parceria com outras entidades de modo a tornar-se uma extensão de atividades artísticas já existentes e que possam colocar Fafe na rota das artes).
Na verdade, esta proposta é uma oferta da sociedade civil. É uma ideia que não está fechada, mas pode ser completada com muitas outras ideias, ou não fosse a cultura e a arte dois dos seus principais pilares.
Um Movimento de Cidadãos Fafenses oferece a proposta, estará Fafe (política) em condições de a receber?

domingo, 9 de abril de 2017

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

E já lá vão 4 anos


SOUSA, Pedro Miguel Teixeira,
A Obra Performativa de Armando Azevedo (Volumes I e II), Coimbra, 2011 (Tese de Mestrado apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, UC Biblioteca Geral – cotas: 10-(1)-6-24-27 Vol. 1; 10-(1)-6-24-28 Vol. 2; CD-A-2375).

A 13 de Janeiro de 2012 defendia a tese de Mestrado "A Obra Performativa de Armando Azevedo". Um trabalho de pesquisa sobre a Arte da Performance e a sua importância na década que abrangeu o 25 de Abril. Há uma semana, 4 anos depois - assim de repente, sou contactado pela artista Vânia Robisco que me falou do projeto 'Arquitetura Atual da Cultura - AADK', patente em Portugal, Alemanhã e Espanha e vejo que a minha pesquisa começa a fazer novamente sentido.
AADK é um projeto artístico, mas também de pesquisa, experimentação e diálogo.
Inserido neste projeto, surge o "Reacting to time". Numa busca aos projetos originais, Vânia Robisco atualiza-os com a leitura atual e apresenta-os ao público.

Há projetos que são intemporais, este parece que é um deles!

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Somos todos pessoas, o resto é insignificante...


Fotos de Hugo Pinheiro

Gosto disto. Isto é a Educação a funcionar. Também é o Humanismo. A integração social. O verdadeiro sentido das palavras “vida humana”.
O Projeto tem a designação de “Pintar para lá dos riscos”. Já tinha ouvido falar dele, mas não fossem as fotografias e quase me passava despercebido ainda que o Atelier do Escultor Pedro Figueiredo esteja situado no mesmo edifício onde leciono. Abençoadas Redes Sociais que tanta coisa fantástica nos permite. Será mais do que evidente que é um projeto pessoal, caso contrário a comunidade escolar estaria informada, mas neste caso é algo que requer toda a atenção de mãos artísticas inspiradas pela criatividade e, por isso, todo o ruído não importa…
Os Escultores Pedro Figueiredo e Carolina Lourenço moldaram o barro, tiram o molde e logo surgirá a obra… mas a verdadeira obra já está feita neste enorme ato performativo da construção humana.
Parabéns aos dois. Parabéns ao autor do projeto. Parabéns ao Pedro Figueiredo, meu amigo…
Isto não é meu. Não sou eu. Mas é a humanidade sem diferenças e eu sou feliz também!

 Pedro Figueiredo|Escultor foi um dos 25 artistas convidados pela Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21 para integrar o Projeto "Pintar para lá dos riscos".



sexta-feira, 20 de março de 2015

Se Deus criou o homem à sua imagem, por que é que este fez logo merda?


José Carlos Nascimento. Sem Título. Jacto de Tinta. 2015.

Ao centro a Bíblia aberta no livro dos Génesis, o pecado original, e no fundo a imagem de uma mulher, a Eva em pleno ato pecaminoso. À esquerda e à direita. Uma maça. Uma banana. A maçã, conhecida pelo seu lado tentador, aqui cortada a meio, a banana também, 'como que autopsiadas no cumprimento do castigo depois de consumada a tentação', assemelha-se a um coração. Já a banana pretende simbolizar mesmo o lado perverso e aqui é a representação do órgão sexual de Adão. Ambos colocados estrategicamente sob um fundo preto, não o vermelho da paixão, antes o preto como referência à condição humana de mortais depois da condenação.

Nota do artista: «... um aspeto absolutamente fundamental nesta fotografia, é que os registos fotográficos foram feitos exclusivamente com luz proveniente de filmes pornográficos.» 

'Deus sabia. Não vale a pena especular mais. Deus é todo poderoso e tinha plena consciência nas que se estava a meter.' Concordo com esta ideia. Se Deus sabe tudo, tinha de saber que Adão não resistiria à beleza de Eva, muito mais se esta se encontra no meio do mato e só coberta com umas folhinhas... 

Tentação. Consumação. Condenação. A condição humana está condenada...

O trabalho está exposto no antigo Governo Civil de Coimbra, numa exposição do Teatro Anatómico (o olhar da Arte sob a condição humana), até ao final do mês de Março.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

O meu texto para a inauguração da Exposição "Formas de Saudade" de Pedro Figueiredo

 Metamorfoses da saudade

O corpo. A matéria. A vida. A apresentação do corpo em transformação no espaço. As esculturas de Pedro Figueiredo não se resumem à representação, ultrapassam a linha do metafísico no momento em que ganham vida própria e se assumem como personagens reais no cosmos.
A dialética entre os céus e a terra descobre-se nas figuras aladas que brincam com esferas. Nesta divinização, numa espécie de transformação do humano em semi-deus, é alcançada a tão desejada similitude. Temas mitológicos, animais e a representação do humano serão a voz da expressão de sentimentos e emoções, a arte em transformação.
Cada obra de Figueiredo conta uma história. É desenvolvida através de uma narrativa que não conhece o fim e permite ao observador/espectador/leitor ‘esculpir’ com o lápis da imaginação os traços que completarão essa mesma história ou, simplesmente, darão mais um contributo para a sua construção.
A singularidade de cada obra reside essencialmente na união da harmonia e do ritmo, no equilíbrio de um corpo aparentemente desequilibrado e numa mimesis da natureza em constante transformação.
A monocromia dá lugar à policromia e o jogo das cores faz a apologia à festa, ao encontro, à saudade. “Formas de Saudade” é uma celebração por excelência do ciclo da vida e de momentos enraizados na história e tradição onde a “tricana” arroga-se como símbolo inabalável. Cada escultura tem vida própria mas em conjunto evocam “o passar do tempo que não passa, o voar do vento que não voa”.
A partir das várias reflexões, diríamos que a junção das distintas obras de Pedro Figueiredo, num mesmo espaço, representa uma composição textual dramática por excelência. Figueiredo é o dramaturgo, que compõe cuidadosamente a sua obra, mas também é o encenador na orientação das suas personagens. Já as suas esculturas, com a mais convicta das certezas, são atores com vida e personalidade próprias e todos, até mesmo o escultor/criador, somos espetadores ou, quando muito, também atores neste palco do universo.
As obras de Figueiredo têm personalidade!

Pedro Sousa
Mestre em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra





terça-feira, 7 de outubro de 2014

Um bocadinho do meu texto para a Exposição "Formas de Saudade" a inaugurar sábado na Casa da Cultura de Coimbra

Metamorfoses da saudade
  
 «A singularidade de cada obra reside essencialmente na união da harmonia e do ritmo, no equilíbrio de um corpo aparentemente desequilibrado e numa mimesis da natureza em constante transformação.
   A monocromia dá lugar à policromia e o jogo das cores faz a apologia à festa, ao encontro, à saudade. “Formas de Saudade” é uma celebração por excelência do ciclo da vida e de momentos enraizados na história e tradição onde a “tricana” arroga-se como símbolo inabalável. Cada escultura tem vida própria mas em conjunto evocam “o passar do tempo que não passa, o voar do vento que não voa”.»

Pedro Sousa, Mestre em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Morre com um tiro!

(Uns prédios altos com grafites. Uns muros com cartazes rasgados, colados uns em cima dos outros)

Salvador - Morre! Morre com um tiro! Morre! E mais nada! Nada! Nada acontece! Apenas morre e pronto. Morre… Morre... Morre... E vós continuais aí sentados... Como se nada fosse… 
Vamos! Levantai-vos! Fazei alguma coisa! (pausa breve) Foda-se! É sempre a mesma merda! Está tudo fodido. Não há emprego, não há que comer, mas ninguém faz nada. Toda a gente fala da vida de toda a gente. Todos sabem que o vizinho anda a foder a mulher do melhor amigo. Todos conhecem o que aquelas putas fazem para conseguir o emprego, para elas e para as filhas, mas nada… ninguém diz nada… roubam às descaradas, matam… mas ninguém viu nada… nem estavam em casa quando isso aconteceu.
Hipócritas! Um bando de hipócritas!
(Entra para o prédio)

in Back to life, Prólogo.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Arte, Cultura e Património


“Actualmente [a cultura] não tem nenhuma relação com a sociedade, e esta separação leva-nos a uma conclusão perigosa: que a cultura está estritamente ligada à lei, à produção, ao dinheiro, ao produto nacional, ao status de cada indivíduo dentro da sociedade”, Joseph Beuys.

     O setor cultural e artístico, parente pobre dos executivos sem visão estratégica, definha-se ainda mais quando em causa estão valores estritamente economicistas. Deixar este setor à mercê do acaso ou da simples benevolência de um grupo mais empenhado em servir o poder é permitir o fim da criação artística, o que vem a estrangular a identidade de uma população.
     As autarquias têm um papel fundamental na preservação da identidade da comunidade que representam. Esse papel pode ser abordado com sentido elevatório ou destruído sem deixar prevalecer as raízes culturais, artísticas e patrimoniais. Questionar a cultura nas suas origens, tradições e festejos, assim como permitir a prática da criação, pode significar não só o avanço da comunidade, numa perspetiva evolutiva no conhecimento proporcionado aos cidadãos, mas também em questões económicas se isso possibilitar uma marca capaz de provocar a lei da oferta e da procura.
     O concelho de Fafe é vasto em património cultural, mas não o tem sabido encarar com o respeito merecido. São múltiplas as aberrações cometidas ao longo do tempo, seja na destruição (escolas; moinhos…), no restauro (pontes), ou na própria descaracterização do tradicional nas mais diversas festividades. Fafe não cria identidade, porque não quer ou não sabe, não aproveita os recursos, não concebe uma estratégia capaz de levar o seu nome e ver o retorno nas visitas turísticas, sem necessitar de despojar quantias avultadas em programas televisivos.
     A cidade de Fafe está equipada com bons edifícios para prática cultural (Teatro-Cinema; Biblioteca; Casa da Cultura; Museus; Sítios Arqueológicos; Escolas… Moinhos; Alpendres… o próprio Mercado Municipal), mas falta-lhe um plano de ação, o delinear de uma estratégia que conjugue todos os esforços para uma prática constante de pesquisa e posterior promoção de eventos culturais e artísticos. Essa estratégia, por exemplo, à imagem do que já acontece com as entidades ligadas à Música, passa pela instalação de outros grupos artísticos (Artes Plásticas, Artes do Espetáculo e Performativas) no Teatro-Cinema ou mesmo em Escolas abandonadas, mas grupos obrigados a produzir e a envolver a comunidade, dotados de reconhecido valor nos seus recursos humanos, que possam contribuir para uma comunidade efetivamente criativa através da formação de novos públicos, preservar o património imaterial e, ao mesmo tempo, permitir-se enveredar pela experimentação de outras expressões artísticas (Teatro, Música, Dança, Cinema, Escultura, Pintura, Fotografia…) e literárias (Poesia, Conto, Romance, Dramaturgia…).
     Apostar na cultura é provocar o desenvolvimento. Envolver o meio empresarial nas atividades culturais e artísticas, a médio e longo prazo, representará um alargar de horizontes e ultrapassar barreiras ideológicas. Está mais do que na hora de traçar linhas de orientação sem olhar a clubismos ou partidarismos. A cultura é de todos.
in “Notícias de Fafe” (23-02-2013)

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

BAKALHAU - EXPOSIÇÃO COLETIVA - PINTURA ESCULTURA FOTOGRAFIA - 2012 DEZ . MAR 2013 - ÍLHAVO - CURADORIA: NUNO SACRAMENTO|ARTE CONTEMPORÂNEA


Esculturas de Pedro Figueiredo
"CAIS" Metal resina de poliester e fibra de vidro, 2 - 272x125x90cm, 2012
Pedro Sousa, Amélia Jorge e Pedro Figueiredo (Escultor)



Esculturas de Albano Martins 




"SOPA DE LETRAS COM BAKALHAU"
Compósito de matriz polimétrica, 197x46x40cm, 2012


Pintura de Teresa Bravo
"AZUL SALGADO OU DEMOLHADO?"
Acrílico sobre tela, 100x120cm, 2012
Pedro Figueiredo, Teresa Bravo (Pintora) e Pedro Sousa



domingo, 1 de julho de 2012

CLUB ALFA, A Cultura e a Arte também são livros e outras coisas…


            A associação CLUB ALFA tem a seu cargo duas atividades importantes no próximo fim-de-semana: sexta, dia 6 de julho, a apresentação do livro “Canto Imperecível das Aves” de António Vilhena; sábado, dia 7 de julho, o apoio logístico às artesãs de Regadas que vão participar na ‘Feira das Coisas’ promovida pela Naturfaf.
            Os dois eventos decorrerão na Arcada em Fafe. O primeiro no salão nobre do Club Fafense e o segundo no exterior como seria de esperar face à atividade em si. E, como não poderia deixar de ser, TODOS SÃO CONVIDADOS.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Escultura de Albano Martins



Uma obra imponente do Escultor Albano Martins, Professor na ARCA (EUAC e EAC), para comemorar o centenário da Freguesia e Paróquia da Gafanha da Nazaré em Ílhavo.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

“Limites da des-figuração”

A figura humana é posta à prova desde os primeiros momentos da tomada de consciência pelas criaturas. A descoberta do novo, causada pelo estranhamento, leva a uma procura constante das mais distintas funcionalidades de um membro corporal, um estímulo, uma sensação, um gosto, isto é, a tomada de consciência das variadas potencialidades distribuídas por um só corpo e formando uma só pessoa.
Numa exposição individual, a apresentar amanhã (30 de Abril) na Galeria de São Mamede no Porto, o Escultor Pedro Figueiredo questiona a construção humana ou, talvez, atribui-lhe o verdadeiro significado que tantas vezes nos parece utópico à luz da “des-igualdade” social. Pedro Figueiredo, em diversas peças desta exposição que ilustramos na peça ‘Instante’ reflecte o sentimento bíblico da união numa só carne. Os membros unidos dão origem a dois troncos, representando o Homem e a Mulher, o mesmo Homem e a mesma Mulher, os dois num só corpo, numa só alma, num só espírito. Eis a transformação anunciada, eis o momento tão desejado para a espécie humana.
No catálogo que servirá de elemento auxiliador a esta exposição, Pedro Pita, Professor da Universidade de Coimbra e actual Director Regional da Cultura do Centro, que escreve o texto de apresentação, refere que «Vistas em conjunto – ou melhor: circulando no espaço poético ou espectral definido por qualquer conjunto destas peças – fui ganho pelo sentimento de que estamos perante personagens de uma história enigmática, subterrânea, fantástica, onde não há olhares nem proporções porque é a um outro plano que a figuração desfigurativa de Pedro Figueiredo nos faz aceder.».
Ainda que possamos concordar com estas linhas orientadoras, a nossa imaginação leva-nos para um mesmo mundo fantástico, mas um mundo mais próximo do divino. Um mundo que se conjuga no ‘ser’ e no ‘existir’, a verdadeira existência humana, a procura constante de um equilíbrio num mundo desequilibrado. Se a exposição se intitula “Limites da des-figuração”, diríamos que os limites nada mais são do que o encontro da perfeição conjugados num mesmo tempo e num mesmo espaço, ainda não atingido na sua plenitude, mas que procura apontar como saída única num caminho desfigurado, tortuoso, mas possível de alcançar.
As peças apresentadas nesta exposição são na sua maioria em resina de poliéster, o que é mais usual neste artista plástico, mas são apresentadas também algumas em bronze. Pedro Figueiredo, natural da Guarda, licenciou-se em Escultura na Escola Universitária das Artes de Coimbra, onde viria também a concluir mais tarde o Mestrado em Comunicação Estética. Com participações em diversas exposições individuais e colectivas, destaca-se o Prémio Revelação da XII Bienal de Vila Nova de Cerveira, sendo este ano de 2011 artista convidado. Para além da sua exposição individual “Des-figuração”, que estará presente na Galeria SÃO MAMEDE a partir de amanhã, algumas das suas obras podem ser consultadas nas suas páginas www.pedrofigueiredo.pt ou http://pedrocfigueiredo.blogspot.com.
Pedro Miguel Sousa, in Caderno Cultural do Jornal Povo de Fafe (29-04-2011)


domingo, 6 de março de 2011

"EDUCACÇÃO” - Uma performance com encenação de Pedro Sousa e Pedro Figueiredo


"EDUCACÇÃO”

E AC……… E ACÇÃO………. EDUCACÇÃO

ESCOLA DE ARTES DE COIMBRA… E ACÇÃO… EDUCAÇÃO

Happening, acontecimento, acção, educação são conceitos que formam a perfeição.
Treze mascarados, petrificados, despertam ao som da música (conquest-of-paradise-vangelis)… em passo lento, descem o primeiro patamar onde formam uma carapaça, num lugar onde, num lugar mesmo, num espaço e tempo antes ocupados por primeiros construtores munidos de um rolo de cartão, tintas e tubos… desmobilizando a seu tempo, cada performer/pintor petrificado faz a sua parte: um coloca o papel, outro as tintas, outros os tubos e seguem-se as letras… E AC……… ÇÃO………. DUC….. formando a palavra “EDUCACÇÃO”. Numa vénia colectiva, agarram os tubos, rodam e surge a festa, a cor, o movimento, a alegria… o happening.
É a Escola em Acção, é a “EDUCAcÇÃO”.

Texto: Pedro Sousa

http://eacartesespectaculo.blogspot.com/2011/03/educaccao.html