Metamorfoses da saudade
«A singularidade de cada obra reside essencialmente na união da harmonia e do ritmo, no equilíbrio de um corpo aparentemente desequilibrado e numa mimesis da natureza em constante transformação.
A monocromia dá lugar à policromia e o jogo das cores faz
a apologia à festa, ao encontro, à saudade. “Formas de Saudade” é uma
celebração por excelência do ciclo da vida e de momentos enraizados na história
e tradição onde a “tricana” arroga-se como símbolo inabalável. Cada escultura tem
vida própria mas em conjunto evocam “o passar do tempo que não passa, o voar do
vento que não voa”.»
Pedro Sousa, Mestre em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra