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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Criar sinergias. Criar laços. Criar redes.

“Dinâmicas de Grupo”
 Este foi o desafio lançado nos últimos tempos em cada uma das atividades em que o Club alfa participou. O Encontro Nacional das Associações Juvenis, o Conselho Inter-Regional da Federação das Associações Juvenis do Distrito de Braga, os programas de incentivo ao investimento… enfim, são muitas as indicações que apontam a união de esforços como o único caminho para a transformação social.
O Club Alfa tem vindo a reestruturar o seu campo de ação. Muitos projetos foram sendo planeados mas a sua concretização fora impossibilitada por falta de infraestruturas, até que uma nova reviravolta nos elucidou e as soluções começam a fazer sentido.
O caminho não está percorrido, apenas foi iniciado. O Club Alfa é uma Escola não-formal. É uma Escola que trabalha com os tempos livres, oferecendo atividades educativas, desportivas e de lazer. As atividades propostas são trabalhadas por profissionais de várias áreas, mas o plano pedagógico é todo ele traçado a partir de programas educativos do Governo de Portugal. Trabalhar em sintonia é uma missão. Trabalhar com o mesmo fim, ou seja, construir no jovem um cidadão capaz de enfrentar novos desafios é o objetivo.
O Jovem que usufrui das atividades do Club Alfa tem a oportunidade de experimentar diferentes linguagens que lhe são propostas, algumas delas tão vulgares, mas também são confrontados com visões hipoteticamente adulteradas da realidade e, assim, nasce a transformação do real.
Uma Escola não pode encerrar o conhecimento no final do primeiro livro. Uma Escola tem de continuar a estudar, a investigar e a apresentar resultados e respostas para as mais variadas questões. É assim que nasce o tema desta revista “Dinâmicas de grupo”, que mereceu a reflexão de pessoas que trabalham com jovens em áreas diferentes, porque acreditamos que o Associativismo Juvenil pode dar resposta a algumas dificuldades geracionais, pela sua proximidade com os mais jovens, mas para isso acontecer é preciso em primeiro unir esforços entre Associações, Escolas e Autarquias, num trabalho conjunto com as Famílias.
Pensar a cidade. Pensar a Pólis. Pensar os Jovens é pensar o Presente e o Futuro.
A última edição da revista ‘alfa’ pode ser consultada no site http://academiaclubalfa.wix.com/clubalfa


in Jornal Povo de Fafe

terça-feira, 14 de junho de 2016

É o Fafe! É o Fafe!

Voltamos a Fafe. Ao Fafe, mais propriamente. Aquele clube que é de todos os fafenses e por isso a cidade cobriu-se de amarelo e preto. A festa foi grande! Pelos vistos valeu a aposta, o esforço e a luta de uma equipa em que poucos acreditavam há uns tempos…
Está mais que provado que os homens não se medem aos palmos e, mais ainda, não se deve subestimar ninguém, sobretudo quando em causa está a garra de alguém que teima em vencer a toda a velocidade.
Hoje a festa é de todos!
A festa é de todos e por isso importa perceber a dimensão do clube e o que pode representar para o concelho de Fafe. Jogar no Fafe já é um estatuto que não está ao alcance de todos. É preciso ter provas de desempenho mais elevadas. Mas importa perceber que o Fafe tem escolas e de lá podem sair essas mesmas provas.
Um dos sonhos de muitos jovens é tornarem-se jogadores de futebol. É fácil perceber os motivos e nenhum deles é o dinheiro, esse só é interessante para os adultos, os mais pequenos querem apenas fazer o que mais gostam naquelas idades e começam a querer ser como os seus ídolos que tantos prémios ganham…
O Fafe pode-se transformar cada vez mais nesse palco de experiências. Não um palco onde se faz o último espetáculo, porque esse já implica um conhecimento mais comprometido, mas um palco em que a educação no desporto assume esse papel. Seria interessante uma maior aproximação das escolas, das autarquias e mesmo de outras associações ao Fafe… Um projeto desportivo que envolvesse ainda mais a comunidade e daí saíssem os melhores resultados no desporto para a saúde, mas também para a competição…
Hoje a festa é de todos! Amanhã poderá ser de mais ainda…
Os próximos tempos vão ser interessantes. A competição ganhará novo fôlego e o campeonato terá os olhos postos a seguir a tabela classificativa. Neste momento, importa reconhecer o trabalho e a garra desta malta que traçou um projeto e o agarrou com unhas e dentes até a um ponto mais alto. Há outras montanhas. Montanhas mais altas. Ainda que não seja possível adivinhar o futuro, importará sempre reconhecer o presente e este é de muita festa, não porque se ganhou, na minha opinião, mas porque se lutou até ao final!

Parabéns Fafe! 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O Associativismo Juvenil não diz que faz, faz mesmo!


«O Presidente da República recebeu, em audiência, a Direção da FNAJ. Entre outros assuntos, foram apresentadas as conclusões do 14º ENAJ - Encontro Nacional de Associações Juvenis, onde participaram mais de 1100 participantes de cerca de 230 associações de todos os Distritos do País e das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores».
Esta nota, publicada na página do Facebook da FNAJ, é merecedora de atenção não só porque a Associação da qual faço parte como dirigente associativismo (CLUB ALFA) esteve representada, mas porque considero que é fundamental que o Associativismo Juvenil se afirme como uma verdadeira escola de cidadania e com isso contribua para uma sociedade mais fraterna, igual e livre.
O futuro das associações passa por uma responsabilização maior. Diria mesmo a nível profissional. É certo que já foi criada a figura do Técnico de Juventude, mas é preciso atribuir mais responsabilidades sociais às associações para que estas possam oferecer mais e melhores serviços.
As relações com os diferentes setores da sociedade são essenciais para que o mesmo possa vigorar. Mas é sobretudo a classe política que tem de olhar para as associações juvenis como entidades capazes de transformar o mundo futuro.
Insisto na necessidade de criar projetos maiores (Academias Juvenis, por exemplo), devidamente planeados, e que possam ser assinados contrato-programas com as associações que melhores condições apresentem, em cada município, para executar esses mesmos planos.
A Academia Juvenil nunca deverá perder a noção de educação não-formal, até porque a função é mesmo abranger todos aqueles que não se revêem, pelo menos numa fase inicial, em outras organizações mais formais.
Esta audiência dos dirigentes da FNAJ recebidos pelo Presidente da República pode representar o início de um longo caminho.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Tomada de posse

AKTO - Direitos Humanos e Democracia

Mais um desafio em prol de causas humanas. Causas bem fortes estas. Causas em que estará em questão o apoio a situações dramáticas como o tráfico humano ou a própria falta de democracia...
Nascida em Coimbra, esta Organização Não Governamental tem o mundo como destino. No meio de tanta trapalhada social, ainda há pessoas que abraçam causas e, com a energia que as caracteriza, arrastam outras para essas missões humanistas.
Para mim, que fui arrastado, será uma aprendizagem, mas já é gratificante só pelo facto de ter o privilégio de estar junto a pessoas com espírito solidário.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Revista alfa | Edição 7


EDITORIAL

ACADEMIA CLUB ALFA

Agora sim! A estrutura está verdadeiramente montada. Estamos atentos a todos os projetos que possam contribuir para a formação de jovens e construção humana de mulheres e homens.
O CLUB ALFA pensa a sociedade num todo. Após diversas análises sociais, temos verificado que cada entidade trabalha no ‘seu quintal’ e acreditamos que se existisse uma sintonia nas ações, seriam sempre as pessoas a ganhar.
Escolas, Autarquias e Associativismo têm de articular esforços. Ser o complemento uns dos outros. A Academia Club Alfa (www.academiaclubalfa.pt.vu), é uma estrutura pedagógica pensada para unir os diferentes polos.
O CLUB ALFA é uma associação juvenil, uma entidade privada sem fins lucrativos, e tem por missão, como definem os seus Estatutos, “Promover a formação dos jovens, tendo em vista a sua integração social; Promover o intercâmbio e cooperação com associações e organismos nacionais e estrangeiros que prossigam os mesmos objetivos.”
Para levar a cabo a missão a que se propôs, o CLUB ALFA, uma instituição ao serviço da comunidade, criou a ACADEMIA CLUB ALFA de forma a responder às reais necessidades da população em geral, nomeadamente aos cidadãos mais desfavorecidos, atenuando desta forma as assimetrias ainda evidentes. 
O momento atual obriga a reinventar novas formas de atuação face às demais necessidades impostas pela rápida transformação social, nesse sentido surgem propostas de intervenção, que se afirmarão como uma alavanca na formação de novos públicos, com a intenção de oferecer através do conhecimento a ferramenta ideal para a era da criatividade mas tendo sempre o humanismo como pilar principal.
A ACADEMIA CLUB ALFA, consciente dessa rápida transformação social, através de um plano de atividades centrado na sã convivência, procura oferecer aos academistas atividades que visem: Estimular a sensibilidade e a criatividade; Promover a autoconfiança; Promover o desenvolvimento motor, psicomotor e intelectual; Estimular o trabalho em equipa; Consciencializar a relação do indivíduo com o mundo exterior/sociedade.
 A “ACADEMIA CLUB ALFA” coloca ao serviço da população, sobretudo da mais jovem, o “Mundo Aventura” (Atividades lúdicas), a ‘Escola de Artes e Performance’ (Atividades Educativas: Cursos livres, Workshops, Clubes culturais, artísticos e recreativos…), a ‘Escola de Desporto’ (Futsal, BTT, Bowling, Zumba, Kuduro…) e o ‘Campo de Férias do Club Alfa’.
Este projeto surge porque acreditamos que as associações têm de oferecer aos jovens muito mais do que futebol, não descorando esta modalidade, mas há muitos mais jovens sem nenhuma atividade só porque o futebol é limitado quanto ao número de pessoas. Se pensamos nas raparigas não temos quase nada para oferecer. O IPDJ e a Secretaria de Estado da Juventude terão de ser sensibilizados para isso. As IPSS têm creches, infantários e lares. As escolas o ensino. As associações Juvenis podem assumir um papel de educação não-formal com o Governo de Portugal e implementar um projeto de construção da pessoa assente na arte, cultura e desporto como complemento à escola e com isto estaremos, certamente, a contribuir para a cidadania, a cultura e a vida saudável.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

ACADEMIA CLUB ALFA ESTÁ PRONTA A ARRANCAR COM FORÇA

E foi assim! Um dia, num daqueles dias que acordamos com vontade de fazer alguma coisa de útil pela sociedade, resolvi abrir o computador, o mail do Club Alfa e enviar um ofício ao Diretor Regional do Norte do IPDJ. A resposta não tardou e a reunião acontecia. O melhor disto tudo é que não saí daquela reunião apenas com vontade de fazer o que tinha planeado, mas com as orientações do Dr. Manuel Barros, o projeto de criação de uma Academia seria o mais viável para o futuro do Club Alfa.
Foram alguns meses a planear, a construir o site, a estabelecer parcerias, a reunir consentimento entre os associados, ser contemplados pelo voluntarismo de amigos na construção de flyers (Designer Hugo Pinheiro), adquirir material didático, mas eis que a ACADEMIA CLUB ALFA tem um plano de ação que abrange diferentes vertentes: Educativo, Cultural, Artístico e Desportivo. E, como pode ser visível no site, há atividades para todas as idades.
A todo o momento, mediante os projetos que estão e outros serão candidatados, muitas outras novidades poderão surgir, até quase já poderíamos dizer que vão mesmo surgir, é simplesmente uma questão de tempo. Só está lançada a primeira etapa!
O Assessor do Presidente do Município de Fafe também já nos recebeu. E, o mais incrível que possa parecer, tudo foi muito rápido. Há finalmente uma Câmara de Fafe que ouve os fafenses. (Ainda que há alguns assuntos que deixam a desejar… e vamos ter tempo de abordar mais à frente). Seja como for, no gabinete de Raúl Cunha há diálogo possível. Verdade seja dita, as atividades têm-se multiplicado com a abertura a novas propostas que estão a ser realizadas durante este mandato. Veja-se a “Queima do Pai das Orelheiras” realizada entre o Município e a Junta de Fafe…

Porque o CLUB ALFA quer fazer uma grande festa, estão todas as crianças convidadas para a abertura do Mundo Aventura da ACADEMIA CLUB ALFA, DOMINGO, 15H00, na ZONA BOWLING.

Há insufláveis, casas de brincar, escorregas… para se divertirem (sem pagar nada, nesse dia, ok? )

Qualquer esclarecimento... é só perguntar!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

ACADEMIA CLUB ALFA


Depois de alguns meses de trabalho, conjugado sempre com a atividade profissional, como tem de ser, acho que já posso levantar um pouco do pano sobre a ACADEMIA CLUB ALFA.
O Club Alfa, entidade detentora da Academia, decidiu finalmente arregaçar as mangas e começar a projetar um conjunto alargado de atividades que será lançada já durante o mês de Fevereiro.
Há espaço para todos. Desde os mais pequenos aos adultos. Temos já estabelecidas várias parcerias e vamos continuar a contactar com mais entidades que possam ser nossas parceiras e, desta forma, contribuir para uma verdadeira cidadania ativa.
Deixo aqui o link para a página da ACADEMIA CLUB ALFA e brevemente apresentaremos o nosso site, onde se poderão inscrever ou inscrever os vossos filhos nas atividades.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

E se em FAFE as ESCOLAS DESOCUPADAS fossem OCUPADAS com os melhores projetos culturais e artísticos?



Em Braga já acontece! Em Fafe, podia acontecer... quanto mais não fosse, disponibilizar espaços desocupados (escolas...) para que as associações se instalassem! Mas isto digo eu... não precisam concordar!!!





sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Quando os clubes não contratam jogadores da terra…


            Não se trata mesmo de bairrismo. Nem tão pouco qualquer tipo de crítica à gestão de qualquer clube em particular. Trata-se de uma observação muito pessoal, ainda que já sei partilhada por muitos, sobre as aquisições ou contratações dos jovens jogadores do campeonato popular ou regional.
            Longe vão os tempos em que o objetivo dos clubes da regional se prendia com a ideia de dar oportunidade aos jovens da terra onde a associação se encontrava sediada. Orientar e incentivar os jovens para a prática desportiva fazia parte de um plano que os dirigentes, ainda que a maior parte das vezes nem nisso pensassem, procuravam entre aqueles que se propunham treinar dentro das quatro linhas em exercícios de captação de atletas do futebol. O bairrismo era uma característica inerente à situação, porque todos se conheciam, mas era saudável e soberba a ideia de apoiar o clube dos amigos que se cruzavam em diferentes momentos do dia-a-dia (café, escola, igreja…).
            Hoje os valores estão mais virados para outros interesses, muitas vezes pouco transparentes. Levar o nome da terra deixou de ser um objetivo principal e ganhou força o nome individual e, se possível, de um grupo restrito de ‘pseudo-empresários futebolísticos’ que se consideram os melhores porque até ficam em terceiro ou quarto e, se correr menos mal, até podem chegar à final.
            Esta situação é muito fácil de analisar: se um clube deixa de ter dirigentes da terra também deixa de centrar as suas motivações na mesma, ainda que haja a tentativa de alguma aproximação para não parecer muito mal e conseguir uns apoios lá das juntas ou das câmaras locais.
            Os objetivos de um clube do popular ou da regional não são os mesmos dos clubes a disputar o campeonato nacional. Em primeiro estão os jogadores da terra, depois das proximidades e só depois, se já não for possível, é que se deveria recorrer aos mais distantes. Isto permite rentabilizar recursos, dinamizar da mesma forma o clube e contribuir para a prática desportiva dos jovens, incentivando-os a uma vida saudável.
            É claro que há interesses que nos escapam (ou não) em recorrer a jogadores que habitam a centenas de quilómetros, mas isso é outra guerra e isto é apenas uma opinião. Bairrista? Nem por isso, apenas defensor do desporto de proximidade como educação física.
Pedro Miguel Sousa, in Jornal Povo de Fafe (07-09-2012)

domingo, 1 de julho de 2012

CLUB ALFA, A Cultura e a Arte também são livros e outras coisas…


            A associação CLUB ALFA tem a seu cargo duas atividades importantes no próximo fim-de-semana: sexta, dia 6 de julho, a apresentação do livro “Canto Imperecível das Aves” de António Vilhena; sábado, dia 7 de julho, o apoio logístico às artesãs de Regadas que vão participar na ‘Feira das Coisas’ promovida pela Naturfaf.
            Os dois eventos decorrerão na Arcada em Fafe. O primeiro no salão nobre do Club Fafense e o segundo no exterior como seria de esperar face à atividade em si. E, como não poderia deixar de ser, TODOS SÃO CONVIDADOS.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

E se Fafe tivesse…



… uma feira quinzenal ou mensal no Multiusos?
Numa recente recolha para uma próxima publicação da revista ‘alfa’, revista do CLUB ALFA, fiquei com a sensação que muito mais se poderia fazer por um concelho que me parece rico em criatividade e pobre na exploração dos seus recursos. Ainda que me pareça que a minha ideia tenha a necessidade de algum amadurecimento, principalmente no que se refere à confrontação com questões de ordem logística, o certo é que a cidade precisa de mais acção, envolver os seus munícipes e atrair mais visitantes.
O Plano de intervenção em nada se oferece complicado, ou seja, trata-se simplesmente na abertura do Multiusos para acolher exposição e venda de produtos artesanais, que podem ser elaborados por pessoas individuais ou através das associações. À primeira vista, não é mais do que promover a mostra das associações que já vem acontecendo uma vez por ano. Contudo, esta actividade, se fosse devidamente coordenada, não se fixava no ponto de venda, mas sim no pré, durante e pós execução, o que implicaria um acompanhamento, promoção e divulgação, através de locais próprios para a construção e, possivelmente, colaboração no encontro de temáticas a abordar em cada momento expositivo.
Se o Multiusos é um local para expor/vender o produto final com capacidade reconhecida, também as Escolas primárias, na sua maioria sem utilidade, representam locais privilegiados para o planeamento e execução dos trabalhos. É certo que estas precisam de coordenadores de grupo, mas para isso existe a vereação da cultura que pode encontrar em cada núcleo de freguesias uma associação com currículo cultural que possa assumir essa responsabilidade ou contratar jovens formados nas áreas de Educação/Artes/Cultura/Turismo.
Se Fafe somos todos, também todos devemos dar o nosso melhor por Fafe.
Às vezes, basta que deixem!
Pedro Miguel Sousa, in Jornal Povo de Fafe (04-02-2011)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O Associativismo é para contribuir para a cidadania, nunca para promover políticas sujas!

Quase desde sempre estive ligado ao associativismo. Não sou nenhum ‘expert’ na matéria, mas posso afirmar que deixo sempre de colaborar com uma associação quando os objectivos deixam de ser claros e transparentes.
Depois de muitos anos ao serviço de objectivos concretos, posso dizer que todos aqueles que tentaram contra a minha observação no associativismo, iludindo os seus mais directos apoiantes contra as nossas propostas, ficaram com duas coisas: a falta do meu apoio e a crise instalada. A falta do meu apoio é irrelevante, afinal sou apenas mais um, mas provocaram uma crise que perdura há muito tempo, o que ditou já demissões, o abandono de muitos associados e a descrença nas ‘boas’ intenções dos dirigentes que ainda sobram.
Sabem por que isto acontece? Porque a ambição do homem é muito grande em manias e pequena em valores.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

CERCIFAF com medalhas de ouro e Restauradores à frente no pedestrianismo

Os desportistas da Cercifaf estão de parabéns. Não é que não seja já habitual vê-los vencer, mas apercebemo-nos, cada ano que passa, que são os que conseguem trazer os melhores resultados para Fafe. Certamente que não são apenas os atletas que merecem aplauso, mas também a respectiva equipa técnica que os prepara e acompanha nas diversas etapas.
Os Restauradores da Granja também não ficam indiferentes a Fafe este ano. A sua prestação ao concelho é de reconhecida dedicação e, sem dúvida, hoje Fafe pode dizer que tem vários percursos pedestres, mas todos eles graças a este grupo que é simplesmente o primeiro no pódio a nível nacional.
Certamente que há mais grupos e instituições que merecem destaque, algumas vamos conhecendo, graças à comunicação social local ou há blogosfera que cada vez mais nos aproxima, outras ainda não tivemos oportunidade, por falta de uma política informativa, mas aproveitamos estes dois bons exemplos para mostrar que Fafe tem capacidade para se destacar nas mais distintas áreas de intervenção e não precisa de se atropelar se existir uma boa coordenação.
Muitas vezes, em todo o lado, cobertos por mantas da ignorância, o homem considera-se superior em relação aos seus semelhantes, depois, pelos esforços e dedicações às mais variadas situações, só prevalecem os melhores e, claro está, toca a despir o manto da hipocrisia e agarrar-se ao que de melhor surge no momento, porque ou dá mais uns votitos ou permite alguma visibilidade adicional.
É precisamente nesta perspectiva de intervenção que olhamos para o que se passa no concelho e afirmamos que há uma necessidade de estreitar laços de participação cívica. Reconhecemos que houve uma atitude positiva de Pompeu Martins em unir jovens em redor do projecto ‘Juventude 2010: 100 anos, 100 ideias para participar’ (http://www.wix.com/juventudecmf/fafe), mas já tomamos conhecimento pela blogosfera que a participação não atingira os valores desejados. Com isto, se se verifica de facto, tiramos duas rápidas conclusões: em primeiro, deve-se ao alheamento dos jovens nesta temática, em segundo, isto é novo e os nossos políticos em Fafe nunca aceitaram muito bem as ideias que não as deles mesmos... veja-se o que se passou com a acção social e as comissões inter-freguesias, para que serviram na realidade?
No entanto, parece-me uma boa aposta do Vereador Pompeu Martins, mas ele vai ter que mostrar que há utilidade nestas apostas e não é só para fazer com que aceitem as deles... Foram os políticos que estragaram a política, vão ter de ser eles a dar-lhes novamente credibilidade... se não forem estes, talvez os próximos, ou os desgraçados da geração rasca que somos nós, os herdeiros directos das políticas desastrosas que nos dão recibos verdes para passar (quando temos um emprego de sobrevivência) ou impostos ‘aos molhos’ para pagar.
Pedro Miguel Sousa
in Jornal Povo de Fafe (08-10-2010)