quinta-feira, 3 de abril de 2014

Fafe Cidade das Artes

Ainda me lembro dos artigos que fui escrevendo no Jornal Povo de Fafe e que depois publicava neste espaço onde abordava a necessidade de uma intervenção artística em Fafe mais arrojada. Nessa altura, fiz questão de realçar que ‘Fafe tem programação mas não tem produção’. Os mais hábeis nestas andanças sabem bem a que me refiro e o certo é que, depois de comentários e troca de impressões na blogosfera fafense, a autarquia fafense celebrou um contrato (agora renovado) para um projeto de dinamização artística.
Há pouco tempo, Ricardo Gonçalves do blogue Por Outro Lado publicava o post “Alguma coisa vai mal noFafe Cidade das Artes” e, também merecedor de algumas observações, eis que conclui num dos comentários que ‘teve acesso a um relatório que dá conta das atividades previstas mas que ele não chega ao público e não compreende a razão até para justificar o investimento’. Pois bem, este post foi publicado em 30 de Março e teve o último comentário em 1 de Abril e, muito rapidamente, o blogue COMBOIOdefafe já publicou dois posts sobre a atividade a dar as respetivas informações: (2 de Abril) – FAFE CIDADE DAS ARTES – promove I EncontroPedagógico de Teatro para a Infância e Juventude e (3 de Abril) CHEGA A FAFEMEREN VARGES DA ESCOLA DE TEATRO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (Brasil).

Há muitas considerações a fazer sobre a produção e programação cultural em Fafe, não que esteja mal, até porque já o escrevi várias vezes que esse é o caminho, mas há ajustes a fazer e, desculpem a minha teimosia, mas eu considero Fafe o concelho e não os míseros metros dentro da cidade. Viram o Rali? Pois, aí chama-se Serras de Fafe e que lindas que elas são… viram esse espetáculo de espetadores? É a isso que me refiro… um dia destes falamos melhor!
Mas é mesmo só para deixar registado que valeu o artigo do Ricardo, certamente "agora" estamos mais informados...

QUEM SABE COMUNICAR, NUNCA SERÁ ESQUECIDO!

1 comentário:

  1. Pedro,
    concordo em absoluto com aquilo que escreves.
    Quem não é falado é como se não existisse.
    Permite-me, apenas, uma pequena correcção: o relatório refere-se ao ano de 2013 e detalha, exaustivamente, as actividades realizadas.
    Muito completo e, com certeza, com um bocadinho de "água benta". Eu faria o mesmo.
    Um abraço

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