domingo, 24 de fevereiro de 2019

Corrupção em Portugal? Não acredito!


OCDE descobriu que Portugal é um país corrupto. Ou o português é muito inteligente ou a OCDE e lá quem a representa não percebe nada de corrupção. Mas vai Portugal, um país tão pequenino, ter alguma coisa a ver com a corrupção? Finos. Exclama-se em toda a parte. Eles é que são finos.
É mais ou menos assim que se ouve em todo o lado. Andam de café em café, umas paragens pelas pastelarias, não se chateiam com nada… Espertos. Conhecem as leis todas. E o mais bonito é quem nem precisam de passar pela Universidade. Vivem de rendimentos. O patrão deles não falha. Tem dia certo para pagar. Se calhar ao fim de semana, recebem na sexta. Vai uma pessoa preocupar-se para ganhar o salário mínimo? Eles é que a sabem toda!
Portugal tornou-se num país do xico-espertismo. Uma lenda viva. Uma espécie de Robin dos Bosques, mas que em vez de roubar aos ricos para dar aos pobres faz ao contrário. Os pobres trabalham para engrossar o bolo do Estado e uns artistas tentam sacar sem trabalhar. Depois há os outros, os engravatados, que estão em posições estratégicas e tiram milhões para eles e para a rede que sustentam.
E pronto, é mais ou menos isto. Muitos a trabalhar para sustentar as mordomias do grande capital. Espetáculo. Viva Portugal!
Será que ainda se pode fazer alguma coisa para mudar isto? Claro que sim, nas próximas eleições toca a votar nos partidos que apresentem mais candidatos novos. Não propriamente na idade, mas que se apresentem ao eleitorado pela primeira vez.
Mas se estiverem satisfeitos com os miseráveis ordenados e com os impostos que pagam, ignorem o que eu disse e continuem a votar nos mesmos. Afinal, a vontade do Povo é soberana.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

O amor é uma cena bué marada


Andava para aqui armado em orador, quando dou por mim a falar sobre o relacionamento do ser humano. As relações propriamente ditas. E tudo começou com uma espécie de palestra sobre a comunicação.
A comunicação é a base do bom relacionamento. Saber comunicar, independentemente do meio utilizado, tem de ser o objetivo principal da humanidade.
Não há amor sem comunicação!
O bebé sabe comunicar com a mãe quando tem fome. Chora. O bebé chora quando tem a fralda suja. O pai e a mãe têm de perceber os sinais do crescimento dos seus filhos e orientá-los da melhor maneira possível. Como se faz? Com a comunicação. Ouvindo os seus anseios, aconselhando os seus passos. Mostrando opções de alguém que já passou por esta ou aquela fase. Os casais precisam de saber sempre comunicar. Precisam saber respeitar. Precisam deixar cair o orgulho. Precisam saber fazer rir um ao outro. Precisam comunicar.
No fundo, só queremos mesmo estar com alguém que nos faça rir! Atire a nossa vida para a positividade. Perceba as nossas piadas. Nos diga quando estamos certos ou errados, mas que comunique sempre connosco. Abertamente. Sem barreiras.
Só saberemos amar de verdade quando descobrirmos o sentido da comunicação com o outro!

Mas a Comunicação em todos os seus sentidos: Emotiva ou expressiva, referencial ou denotativa, conativa ou apelativa, fática, metalinguística e poética (Funções da Linguagem).

O Professor Armando Azevedo afirma que a “A Arte é comunicação Estética!”
Para nós, a A vida é a Arte de Comunicar.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Farto destes políticos. Cristina Ferreira tem razão!


«Mudar os salários mais baixos para as pessoas poderem apostar na formação e saber escolher (exigir) melhor! Mudar os políticos! Ai desculpem, não se podem mudar!!! Tem de ser da família... Tipo Monarquia: Família Soares, Família Alegre, Família Encarnação, Família Marques Mendes...
Um cidadão não deveria poder exercer um cargo político (ou pelo menos o mesmo) mais do que 2 mandatos seguidos! Aí sim, haveria cidadania e democracia a funcionar! Algo me diz que o Montenegro apareceu para ajudar a manter os tachos dos amigos de sempre, mas a coisa não lhe vai correr bem ou como pretende. O Rio, embora a precisar de arregaçar as mangas, corre firme entre as margens do Douro. Será?
Há mais lojas para além da rua Montenegro. Algumas ficam mais perto do Rio... E quem compra é o freguês.
O Rio que não caia no erro do Seguro, dar tacho aos do Costa, porque depois leva um chuto de verdade. Aposta nos teus. Abre a pestana ou quem se vai safar é mesmo o Santana.
            Publicava este texto há umas semanas, aquando das notícias sobre o ‘desafio de Montenegro a Rio’, e logo se apressavam a atirar-me pedras, desafiando-me a candidatar. Claro que é fácil dizer isto, sobretudo quando vem de quem tem vantagens familiares, mas o meu sobrenome não é descendente de nenhum senhor fulaninho, o que me obriga a ganhar currículo antes de qualquer aventura. Era uma coisa que gostava que acontecesse, apresentação dos currículos, provavelmente muitas surpresas iriam acontecer. Muitos políticos ficariam envergonhados quando os seus currículos fossem comparados com o dos cidadãos comuns.
Esta minha observação foi tomada tão a sério, que pelo facto de dizer que não era das tais famílias ‘da cunha’ me consideraram que sentia “complexo de inferioridade”. Vejam bem…
O problema é precisamente o contrário: sinto-me com muita garra por nascer numa família humilde e me ter possibilitado estudar e concluir 2 licenciaturas, 1 Pós-Graduação e 1 Mestrado, todos eles na Universidade de Coimbra! Sinto-me com tamanha força que não tenho sequer de me subjugar ao ‘pacovinismo’ de me rebaixar a estes senhores fulaninhos!
Cristina Ferreira lançou recentemente esta frase: «Por que é que a elite se considera superior ao povo?»