domingo, 27 de novembro de 2016

Recebi uma carta do Pai Natal

Era uma vez um menino chamado Pedro que um dia resolveu escrever uma carta ao Pai Natal de Portugal. O Pai Natal tinha anunciado que iria responder a todas as cartas dos meninos e, numa bela tarde de Inverno, o Pedro dirigiu-se à venda da terrinha, onde ia parar o correio, e lá ouviu pronunciar o seu nome. Era a Carta do Pai Natal.
Um bloco de notas com a imagem do Pai Natal e o símbolo dos CTT, os promotores da iniciativa, foram o suficiente para fazer do Pedro um menino muito feliz.
E foi assim, o Pai Natal escreveu-me e eu sou um gajo muito importante. O Pai Natal também escreveu às milhares de crianças que também lhe tinham escrito. O Pai Natal é um espetáculo. Na altura não saiu nenhuma notícia a anunciar que o Pai Natal me tinha escrito uma carta, mas escreveu mesmo e a Senhora da Venda pode comprovar. A venda já não existe mais, mas o Pai Natal existe e escreveu-me uma carta.
Gostava que o Pai Natal voltasse a fazer esta mesma aventura. Escrever a todos os meninos e meninas de Portugal. Gostava que o Pai Natal avisasse os pais que iria responder a todos os meninos e meninas e para isso só bastava que os pais se juntassem aos filhos e em conjunto escrevessem a carta mais simples e mais bela e a enviassem para a sua morada.
Um dia vou convidar o Pai Natal para visitar a minha casa. Retribuir-lhe o favor de me ter dado uma alegria tão grande quando eu era ainda um miúdo.
Eu acredito no Pai Natal. Ele existe mesmo. Pelo menos deixa-me sempre uma prenda na noite de Natal. Se ele não existisse eu não tinha a prenda. Toda a gente vai dormir primeiro do que eu nessa noite. Não está nada no sapatinho, mas no dia seguinte já lá está.
Como eu gostava que as outras crianças pudessem dizer o mesmo.

Eu sou feliz. O Pai Natal lembrou-se de mim!
inJornalPovodeFafe(25-11-2016)

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