quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O Associativismo Juvenil não diz que faz, faz mesmo!


«O Presidente da República recebeu, em audiência, a Direção da FNAJ. Entre outros assuntos, foram apresentadas as conclusões do 14º ENAJ - Encontro Nacional de Associações Juvenis, onde participaram mais de 1100 participantes de cerca de 230 associações de todos os Distritos do País e das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores».
Esta nota, publicada na página do Facebook da FNAJ, é merecedora de atenção não só porque a Associação da qual faço parte como dirigente associativismo (CLUB ALFA) esteve representada, mas porque considero que é fundamental que o Associativismo Juvenil se afirme como uma verdadeira escola de cidadania e com isso contribua para uma sociedade mais fraterna, igual e livre.
O futuro das associações passa por uma responsabilização maior. Diria mesmo a nível profissional. É certo que já foi criada a figura do Técnico de Juventude, mas é preciso atribuir mais responsabilidades sociais às associações para que estas possam oferecer mais e melhores serviços.
As relações com os diferentes setores da sociedade são essenciais para que o mesmo possa vigorar. Mas é sobretudo a classe política que tem de olhar para as associações juvenis como entidades capazes de transformar o mundo futuro.
Insisto na necessidade de criar projetos maiores (Academias Juvenis, por exemplo), devidamente planeados, e que possam ser assinados contrato-programas com as associações que melhores condições apresentem, em cada município, para executar esses mesmos planos.
A Academia Juvenil nunca deverá perder a noção de educação não-formal, até porque a função é mesmo abranger todos aqueles que não se revêem, pelo menos numa fase inicial, em outras organizações mais formais.
Esta audiência dos dirigentes da FNAJ recebidos pelo Presidente da República pode representar o início de um longo caminho.

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