terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

FACEBOOK: O que seria o mundo sem ti?

O Facebook faz dez anos! Ainda é uma criança. Ainda tem muito que aprender. Ainda tem de passar pela adolescência e, depois de ultrapassada a ‘idade da parvalheira’, quando chegar à idade adulta é que vai saber o que é a vida.
Acham mesmo que é assim?
Eu cá nem pouco mais ou menos. O Facebook apareceu e revolucionou esta merda toda. Os manientes das parvónias que tinham a puta da mania que mandavam em tudo e em todos foram completamente ultrapassados porque deixaram de poder controlar o pensamento das pessoas. Os diretores informativos já não podem mais proibir o que se pode ou não escrever nas cidades. Os erros nos centros de saúde e hospitais também já não conseguem ser apagados só porque ninguém escreveu no livro de reclamações. As escolas sem competência serão apontados. Os políticos já não calam os diretores com o patrocínio para editais. Os empresários que poluem que nem pensem em tapar o sol com a peneira porque a fotografia já anda nas redes sociais. Quem maltrata animais é facilmente apontado. (...)
Enfim, a revolução chegou e parece que respira saúde. Mais do que um meio informativo, o Facebook é um excelente veículo para a felicidade. Conseguimos encontrar as pessoas que nunca mais vimos depois de terminar o curso na faculdade. Conhecemos gente que até gosta das coisas que vamos escrevendo. Deixamos de conhecer outras porque não têm coragem de se retratar. Descobrimos que o nosso vizinho gosta muito do Toni Carreira e as pessoas em geral adoram a Casa dos Segredos.
Fica a faltar alguma coisa?
Tanta! Há tanta coisa que fica a faltar e por isso só teremos de continuar a publicar. Nem que seja a casota do cão, há sempre alguém que põe um (like). Depois de 10 anos, há uma coisinha que podemos afirmar: valeu a democratização da comunicação. 

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