terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A praxe no Prós e Contras

Não vou tecer muitos comentários. Apenas volto a este tema porque penso que há dois aspetos que me merecem atenção: O primeiro diz respeito à escolha do local para realizar o programa – Coimbra; o segundo prende-se com o painel – pareceu-me que faltava alguma coisa, por exemplo, mais Professores principalmente ligados ao Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.
Não sei se o resultado pretendido foi alcançado. Confesso que tenho algumas dúvidas. Esclarecer o público nem sempre é fácil, mas a principal razão foi conseguida: despertar consciências para a problemática. O problema existe, há que enfrentá-lo.
Coimbra é o princípio, o resto são cópias(?). Não sei se assim é, mas se esta questão se verificar na realidade, depreende-se que as cópias foram mal tiradas. É certo que em Coimbra há praxe. É um facto que também há ‘parvoíces’, mas em Coimbra, o próprio Dux e o Conselho de Veteranos têm a vida facilitada porque a praxe não é tão agressiva como em tantos outros sítios. No entanto, há a mesma necessidade de atenção, porque ninguém é mais do que ninguém. Brincar não significa humilhar, se o caloiro se sente humilhado ou se o ‘doutor’ vê que outro o está a fazer tem o dever moral de atuar.
No ponto dois, a presença de mais gente no painel ajudava a enriquecer o programa. Foi interessante. Foi concorrido. Já não tive hipótese, nem paciência para ir para a fila levantar bilhete, mas podia ser ainda mais interessante se se recorresse a gente que estuda os comportamentos sociais de perto. Mas valeu…
Independente de tudo o que se possa falar: espero que Coimbra continue com a mesma Festa das Latas e a mítica Queima das Fitas. Se se vivia sem isso? Claro que vivia, mas não era a mesma coisa!

Deixo, por fim, uma imagem do programa do meu conterrâneo fafense, o Rui Novais, que representou o Ensino Superior Privado. 

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