sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Moda: Unhas de gel ou gelinho?



Isso é o que menos importa. E confesso que não sei falar tecnicamente nestas coisas, embora me considere um apreciador nato do esteticamente apresentável. O belo faz impressão e ‘alegra as vistas’, às vezes cria repúdio pelos excessos ou até pode despertar o ‘sorriso maroto’, mas tudo faz parte da arte do bem combinar e do adaptar às circunstâncias. Do mesmo modo surge a “Escrita”. Esta também tem as suas diferentes formas de expressão. O uso das novas tecnologias são excelentes auxiliadores e devem continuar a servir como veículos de eficácia, rapidez, mas não devem substituir a beleza da escrita à mão, sobretudo se se trata de um ato criativo. Esta, umas vezes surge curvada, outra muito firme, às vezes lê-se rápido e outras, tantas vezes, é preciso um esforço de investigador para conseguir decifrar o que para lá vai. Os professores sabem do que falo. Seja como for, a ‘escrita à mão’ deve ser valorizada, assim como o desenho manual, porque a caneta é a tinta que escorre diretamente do ato criador.

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