segunda-feira, 22 de junho de 2015

Aprender a pensar - O que os políticos não querem na Educação

São muitos. Talvez todos. Os políticos que adoram dizer a palavra 'empreendedorismo' e também os há que dizem 'criatividade'. Usem e abusem disso...
Olho para esta publicação "Aprender a pensar" e dá-me cá uma revolta quando observo o país. Ainda estamos muito agarrados aos livros de Salazar, não estamos?
Pois é, é tudo muito bonito e tal, mas quando se trata de educação, o melhor, pensam eles e não dizem, é melhor não deixar com que os meninos pensem muito, porque se pensarem os seus lugarejos vão à vida... E, claro está, a Assembleia da República deixava de ser o lugar mais monárquico de Portugal.
A Cultura Clássica pode ajudar a resolver este problema...

«Educai as crianças e não será preciso castigar os homens»
Pitágoras

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Revista alfa | Edição 7


EDITORIAL

ACADEMIA CLUB ALFA

Agora sim! A estrutura está verdadeiramente montada. Estamos atentos a todos os projetos que possam contribuir para a formação de jovens e construção humana de mulheres e homens.
O CLUB ALFA pensa a sociedade num todo. Após diversas análises sociais, temos verificado que cada entidade trabalha no ‘seu quintal’ e acreditamos que se existisse uma sintonia nas ações, seriam sempre as pessoas a ganhar.
Escolas, Autarquias e Associativismo têm de articular esforços. Ser o complemento uns dos outros. A Academia Club Alfa (www.academiaclubalfa.pt.vu), é uma estrutura pedagógica pensada para unir os diferentes polos.
O CLUB ALFA é uma associação juvenil, uma entidade privada sem fins lucrativos, e tem por missão, como definem os seus Estatutos, “Promover a formação dos jovens, tendo em vista a sua integração social; Promover o intercâmbio e cooperação com associações e organismos nacionais e estrangeiros que prossigam os mesmos objetivos.”
Para levar a cabo a missão a que se propôs, o CLUB ALFA, uma instituição ao serviço da comunidade, criou a ACADEMIA CLUB ALFA de forma a responder às reais necessidades da população em geral, nomeadamente aos cidadãos mais desfavorecidos, atenuando desta forma as assimetrias ainda evidentes. 
O momento atual obriga a reinventar novas formas de atuação face às demais necessidades impostas pela rápida transformação social, nesse sentido surgem propostas de intervenção, que se afirmarão como uma alavanca na formação de novos públicos, com a intenção de oferecer através do conhecimento a ferramenta ideal para a era da criatividade mas tendo sempre o humanismo como pilar principal.
A ACADEMIA CLUB ALFA, consciente dessa rápida transformação social, através de um plano de atividades centrado na sã convivência, procura oferecer aos academistas atividades que visem: Estimular a sensibilidade e a criatividade; Promover a autoconfiança; Promover o desenvolvimento motor, psicomotor e intelectual; Estimular o trabalho em equipa; Consciencializar a relação do indivíduo com o mundo exterior/sociedade.
 A “ACADEMIA CLUB ALFA” coloca ao serviço da população, sobretudo da mais jovem, o “Mundo Aventura” (Atividades lúdicas), a ‘Escola de Artes e Performance’ (Atividades Educativas: Cursos livres, Workshops, Clubes culturais, artísticos e recreativos…), a ‘Escola de Desporto’ (Futsal, BTT, Bowling, Zumba, Kuduro…) e o ‘Campo de Férias do Club Alfa’.
Este projeto surge porque acreditamos que as associações têm de oferecer aos jovens muito mais do que futebol, não descorando esta modalidade, mas há muitos mais jovens sem nenhuma atividade só porque o futebol é limitado quanto ao número de pessoas. Se pensamos nas raparigas não temos quase nada para oferecer. O IPDJ e a Secretaria de Estado da Juventude terão de ser sensibilizados para isso. As IPSS têm creches, infantários e lares. As escolas o ensino. As associações Juvenis podem assumir um papel de educação não-formal com o Governo de Portugal e implementar um projeto de construção da pessoa assente na arte, cultura e desporto como complemento à escola e com isto estaremos, certamente, a contribuir para a cidadania, a cultura e a vida saudável.


terça-feira, 2 de junho de 2015

O interesse de uma Escola não pode ser mais do que a formação do aluno

A Faculdade de Letras de Universidade de Coimbra até poderá ter muitos defeitos, mas no que toca a formar profissionais para o ensino, a coisa aí é de se tirar o chapéu. O aluno está em primeiro lugar. Independentemente do seu nível de aquisição de conhecimento (alto, médio ou baixo), importa que o Professor consiga, reinventando tantas vezes, a melhor estratégia para que as barreiras sejam ultrapassadas e o educando encontre a motivação para prosseguir no trilho do sucesso.
Às vezes não é nada fácil! Há situações que não vêm nos livros. Há atropelos ao funcionamento do ensino. Mas os alunos têm de continuar a ser o foco principal. A única razão da luta diária de um professor.
Obrigado FLUC