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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
QUE DEUS NOS CASTIGUE...
A melhor frase que podia ouvir no dia de Natal da autoria da minha prima Helena Pinto, Lena para os amigos:
«Que Deus nos castigue com
Saúde, Amor e Dinheiro!»
Espetáculo!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
O Menino do Moinho
Havia junto a um rio um moinho muito velho, onde morava um Menino. Todos os dias, o Menino saía bem de manhãzinha para procurar alguma comida nos campos e nas fruteiras da região.
Um dia, apareceu-lhe um agricultor muito mau que o viu a cortar um cacho de uvas e correu-o com um cajado. O Menino correu ferido por entre o centeio e só parou quando conseguiu chegar ao rio, perto do seu moinho. Não tendo forças para avançar caiu prostrado no chão.
De repente, um jovem apareceu por entre uns arbustos à procura de uma bola e deparou-se com o Menino. Ajudou-o a levantar-se e perguntou-lhe se precisava de alguma coisa e o que tinha acontecido. O Menino contou-lhe que fora agredido quando pegava num cacho de uvas para comer. Era muito pobre, vivia sozinho num moinho abandonado junto ao rio da aldeia, porque ficara órfão e não tinha ninguém para cuidar de si. Por isso não ia à Escola e não conhecia ninguém.
Ao ouvir isto, António de repente disse:
– Sou teu amigo! Quero ajudar-te a conseguir tudo o que os outros têm.
A partir daquele dia, os dois amigos tornaram-se protectores um do outro. António, que vivia bem, guardava sempre comida para levar ao seu amigo depois das refeições e ambos corriam e saltavam no bosque junto ao rio. O Menino começou a aprender umas letras com o amigo e a ajudar António nas composições da Escola, porque tinha muita imaginação. As histórias sobre as fadas, musas e adivinhas, que o Menino inventava para o amigo, encantavam todos os meninos na Escola da aldeia. Todos queriam saber quem era o Menino com tanta criatividade.
Enquanto isso, as notas do António começaram a ser muito boas e, no dia em que conseguiu o melhor resultado da turma, convidou os colegas para conhecer o Menino. Todos foram muito entusiasmados e passaram uma tarde a jogar à bola, a nadar no rio e a ouvir as histórias do Menino…
O Menino do Moinho não estava mais sozinho. Tinha já muitos amigos que brincavam com ele e lhe ofereciam roupas. Alimentos e até cadernos para ingressar na Escola.
Mas, o Natal estava próximo. Era altura de pedir as prendinhas e o Menino pediu que lhe desse cada vez mais amigos. António nesse ano não pediu nada para si, pediu antes uma família como a sua para o Menino…
Ao acordar, numa manhã toda branquinha, cheinha de neve, António foi ver o que o Pai Natal lhe deixou no sapatinho. Ao entrar na sala, olhou para junto da lareira e viu seus pais e seu grande amigo sentados em volta da mesa de família. O Menino não estava mais sozinho, não tinha apenas amigos que o ajudavam, mas uma família de verdade, para lhe dar os melhores presentes, o carinho e o amor de verdade.
http://resineiros.blog.com/
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
PRESÉPIO COM ARTE NA CASA MUNICIPAL DA CULTURA DE COIMBRA
O
“Presépio com Arte” da autoria da Escola de Artes Coimbra (EAC) será inaugurado hoje, quinta-feira, pelas 16h00, na Casa Municipal da Cultura de
Coimbra.
Com
a orientação dos Professores Pedro Figueiredo (Escultor), Hugo Pinheiro
(Designer) e Teresa Bravo (Pintora) e a colaboração de Pedro Sousa (Professor) e Tiago Cunha (Promotor), os alunos de Design Gráfico e de Design Interiores
e Exteriores da Escola profissional da ARCA (EAC) resolveram abraçar o projeto
da criação de um presépio para a sala de exposições da Casa da Cultura. A
conceção e construção do “Presépio com Arte”, ainda que respeite toda a
tradição do presépio tradicional, convida o espetador a envolver-se e tornar-se
uma das figuras centrais da obra. Figuras com toque contemporâneo, suspensas,
completam-se com objetos tão tradicionais. O som do pisar das folhas e o choro
do bebé, a luz que brilha e aponta, a caracterização e a personificação dos
objetos tornam a viagem no tempo tão natural.
O
Menino Jesus nasceu! E será assim, de uma forma tão espontânea e natural, que
todos, os que resolverem pisar o chão da sala, participarão na celebração desse
dia, porque o “Presépio com Arte” só estará completo com a interação do
público.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
"Verdades Inquestionáveis"
«Tudo é questionável, mesmo o inquestionável!»
A teorização sobre as coisas não é nova. Nunca acabou e nem vai acabar. Podemos acreditar mais ou menos em certas teorias, mas independentemente do que se possa fazer ao homem, no que respeita à sua liberdade, de uma coisa tenho a firme certeza: pode-se tolher o pensamento, levar o homem a pensar numa só direção, seja pelo medo ao pecado ou a outra coisa qualquer, mas nunca se poderá engaiolar esse mesmo pensamento.
Verdades Inquestionáveis não é mais do que 'work in progress'. Uma viagem ao imaginário. Uma fantasia num mundo outro. Uma brincadeira de quem gosta de jogar com as palavras.
"A Sombra da Casa Grande" é o melhor dos títulos, porque a ação acontece numa Casa Grande, na Sombra ou... a Sombra...
Tudo o que daí vier, não é imitação da realidade, quanto muito aproximação física aos locais, já as personagens nunca as vi senão na minha própria ficção. Este romance já não é mais meu... ele vive em cada um que se aventurar a entrar aqui. Mas, atenção, a viagem não tem regresso!
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
TORNEIO NOS BASTIDORES
A sério, isto é comédia! Digam-me por favor que só pode ser comédia e eu aceito tudo. Agora, ouvir dizer que um político não suporta jogos de bastidores é demais... Até aceitava se fosse de um aspirante a político. Alguém que vem do coro lá da igreja ou dos escuteiros, mas quando se trata de alguém que tinha os bastidores bem controlados... é demais... Até percebo que não goste do jogo de bastidores, é que agora parece que há mais gente a jogar com as mesmas cartas e, o mais grave, nos mesmos bastidores... mas compreende-se, para quem tinha o poder absoluto... perder os bastidores é grave!
Olha, é a vida... Como diria o outro: 'não se pode manifestar a meio de um jogo.' Nem que seja de bastidores, dizemos nós!
Olha, é a vida... Como diria o outro: 'não se pode manifestar a meio de um jogo.' Nem que seja de bastidores, dizemos nós!
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
FOGUETES SÓ NA FESTA
- Fazer!
A vida está cheia de
espertarolas. Uns dão nas vistas porque nasceram de boas famílias
(dinheirudas), outros dão nas vistas porque se encostaram bem e passam a vida a
lamber botas, outros só conseguem chegar a algum lado se arregaçarem as mangas
e em vez de dizer como se faz, resolverem fazer.
Quero ver quem segura
essa malta!
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
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