A performance obriga a estudar o comportamento humano numa perspectiva artística ou social, sendo que a postura assumida pode significar uma marca destruidora para a pessoa, embora ela se julgue, naquele momento, o melhor entre os iguais mortais.
Culturalmente, sabemos que a troca constante de posição não é a opção socialmente aceitável, ainda que possa parecer e ter muitas vezes aplausos mediáticos, mas logo se transforma em esquecimento e impede a formação do ser humano de se vincar com atitude e postura. A cultura em Portugal, no meio rural, é o reflexo por excelência da frase de Gandhi «O que mais me impressiona nos fracos é que eles precisam de humilhar os outros para se sentirem fortes…».
Na verdade, as lutas de poder nos meios mais pequenos são medidas através da altura do tom de voz, o que veio substituir a agressão física das feiras ou das tabernas para medir a força. Mas também ainda existe o conceito de ‘taberna’, apenas se alterou o espaço para um meio mais formal, o café, que tem agora o monopólio da exaltação do homem e onde se discute o seu posicionamento perante uma ou outra tomada de posição.
Assim, o café é o local por excelência das zonas rurais, a praça pública, na sua maioria frequentados por homens, que vão mostrando os seus ‘gabaritos’ a pessoas ou grupo de pessoas que consideram mais influentes lá na terrinha. Há mesmo quem utilize este meio para bajular os seus ‘líderes’, ou seja, os cumprimentos são obrigatórios àquela pessoa e de um modo mais delicado e este lá lhe dá os parabéns por esta ou aquela situação, ou seja, uma espécie de ‘padrinho da máfia’.
No meio disto tudo, felizmente, surgem alguns dos mais jovens ou os que sempre pensaram por si e que não estão para estas ‘fidalguias’ dos senhores, nem para estas humilhações, devido ao aumento quer do nível de formação quer do uso liberalizado das novas tecnologias, e agem segundo a sua consciência, seguem os seus próprios ideais.
Deste modo, ainda hoje, em pleno século XXI, há pessoas com comportamentos dúbios em relação à obediência dos senhores. A palavra ‘democracia’ é assumida por eles como uma forma de liberdade, mas é uma liberdade encoberta, disfarçada, porque não conseguem viver sem as orientações dos prevaricadores. Mesmo que estes os incitem a atitudes erróneas, não têm a capacidade de pensar por si, o que é muito grave!
A sociedade portuguesa, apesar de uma mudança lenta, ainda sofre de perturbações senhoriais e, o mais curioso, é que estas são visíveis em indivíduos que ‘enchem o peito’ para falar dos valores e ideais de Abril. São pessoas que têm necessidade da auto-promoção e, ao falarem tanto nos seus feitos, não se apercebem do ridículo em que estão envolvidos muitas das vezes. São, por vezes, desprezadas por um líder, porque não obedeceram a uma ordem, mas voltam a tentar aproximar-se, mas agora como meros objectos no tempo da escravatura, tendo como único consolo a apreciação de um chefe qualquer muito mal formado.
Pedro Miguel Sousa
in Jornal Povo de Fafe (30/04/2010)
ESCRITA | ARTE | PUBLICAÇÕES | PROJETOS
sexta-feira, 30 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
25 de Abril
Renasce hoje um novo combate em Portugal. Já não há armas, nem carros de combate no Terreiro do Paço. Agora, são as vozes, as palavras que apontam o quartel de outros senhores de gabarito distorcidos. É o anúncio da cultura! É a Revolução Cultural!
Esta pode ser uma batalha perigosa. Há demasiados lobbies agarrados como verdadeiras sanguessugas. A impotência do mexilhão parece perecer. A força está enfraquecida. Os cravos já não são vermelhos.
Mas a alma é a mesma!
Esta pode ser uma batalha perigosa. Há demasiados lobbies agarrados como verdadeiras sanguessugas. A impotência do mexilhão parece perecer. A força está enfraquecida. Os cravos já não são vermelhos.
Mas a alma é a mesma!
sábado, 24 de abril de 2010
Muita gente não se quer rever naquilo que fez!
«É jornalista, católico, vai à missa e escreve isto?» Depois de ouvir esta frase, que poderia ser direccionada para qualquer ouvinte, mas teve a intenção encoberta de apontar o jornalismo e os jornalistas, achamos por bem colocá-la à apreciação de um público atento para que possa tirar as suas conclusões.
Num tempo e num espaço de reflexão, a frase pretendia apontar o incomodo de jornais e jornalistas, num período conturbado para a Igreja Católica, que relatam os factos de uma sociedade, mas um relato que não interessa ser descoberto, sob pena de trazer consequências nefastas para os autores de situações menos transparentes.
Sendo o Povo de Fafe um Jornal de inspiração cristã, os seus valores passam pela doutrina da verdade e da justiça, o que nos parece que em nada se atropelam com os ideias de outros jornais que procurem a veracidade dos factos. Contudo, deparamo-nos imensas vezes com alguns entraves na aceitação de artigos que mostrem uma verdade em nada gloriosa para os seus autores, mas a pergunta que se coloca é sempre a mesma: por que será que as pessoas fazem as coisas e depois não aceitam que sejam relatadas?
Um jornalista católico, ou apenas um católico, deve seguir a doutrina de Deus e não a dos homens. Um jornalista católico deve procurar dizer sempre a verdade e nunca se calar perante as injustiças cometidas aos mais desfavorecidos. Um jornalista católico não deve deixar de descrever uma situação má só porque foi um líder religioso ou alguém que anda sempre na igreja, porque ‘não é só o que diz meu Deus, meu Deus, que entra no reino dos céus’.
A questão que os católicos devem fazer é outra: Sou católico, devo fazer isto? Certamente que Deus lhe ficará bem mais agradecido, porque é melhor pensar e fazer do que fazer e depois insurgir-se contra um jornal ou jornalistas que apenas fazem o seu trabalho.
Se os artigos não apresentarem verdade, há sempre a hipótese de confrontar, mas para isso terá mesmo de existir ‘uma verdade que o comprove’, nunca tentar encobrir ou pedir para que outros assumam as nossas culpas. Parece-nos que este será o caminho mais correcto para um jornal de inspiração cristã, não será?
Ou será que um jornalista católico deve deixar de cumprir escrupulosamente o seu trabalho só porque pertence a uma mesma religião que os autores de momentos comprometedores? Isto não seria regredir no tempo?
‘Quem não deve não teme’!
A Igreja católica precisa rever os seus conceitos e a sua forma de actuação, porque é penoso demais ter dois Santos Padres que após assumirem a sua missão viram-se obrigados a pedir desculpas ao mundo pelos pecados da própria Igreja! Esta é uma cruz muito pesada!
Se a preocupação fosse ‘sou católico, devo fazer isto?’ em vez de uma preocupação com o que os jornais relatam, até porque quando isso acontece o erro já foi cometido, talvez teríamos um mundo um pouco melhor.
Pedro Miguel Sousa
in Jornal Povo de Fafe (23/04/2010)
Num tempo e num espaço de reflexão, a frase pretendia apontar o incomodo de jornais e jornalistas, num período conturbado para a Igreja Católica, que relatam os factos de uma sociedade, mas um relato que não interessa ser descoberto, sob pena de trazer consequências nefastas para os autores de situações menos transparentes.
Sendo o Povo de Fafe um Jornal de inspiração cristã, os seus valores passam pela doutrina da verdade e da justiça, o que nos parece que em nada se atropelam com os ideias de outros jornais que procurem a veracidade dos factos. Contudo, deparamo-nos imensas vezes com alguns entraves na aceitação de artigos que mostrem uma verdade em nada gloriosa para os seus autores, mas a pergunta que se coloca é sempre a mesma: por que será que as pessoas fazem as coisas e depois não aceitam que sejam relatadas?
Um jornalista católico, ou apenas um católico, deve seguir a doutrina de Deus e não a dos homens. Um jornalista católico deve procurar dizer sempre a verdade e nunca se calar perante as injustiças cometidas aos mais desfavorecidos. Um jornalista católico não deve deixar de descrever uma situação má só porque foi um líder religioso ou alguém que anda sempre na igreja, porque ‘não é só o que diz meu Deus, meu Deus, que entra no reino dos céus’.
A questão que os católicos devem fazer é outra: Sou católico, devo fazer isto? Certamente que Deus lhe ficará bem mais agradecido, porque é melhor pensar e fazer do que fazer e depois insurgir-se contra um jornal ou jornalistas que apenas fazem o seu trabalho.
Se os artigos não apresentarem verdade, há sempre a hipótese de confrontar, mas para isso terá mesmo de existir ‘uma verdade que o comprove’, nunca tentar encobrir ou pedir para que outros assumam as nossas culpas. Parece-nos que este será o caminho mais correcto para um jornal de inspiração cristã, não será?
Ou será que um jornalista católico deve deixar de cumprir escrupulosamente o seu trabalho só porque pertence a uma mesma religião que os autores de momentos comprometedores? Isto não seria regredir no tempo?
‘Quem não deve não teme’!
A Igreja católica precisa rever os seus conceitos e a sua forma de actuação, porque é penoso demais ter dois Santos Padres que após assumirem a sua missão viram-se obrigados a pedir desculpas ao mundo pelos pecados da própria Igreja! Esta é uma cruz muito pesada!
Se a preocupação fosse ‘sou católico, devo fazer isto?’ em vez de uma preocupação com o que os jornais relatam, até porque quando isso acontece o erro já foi cometido, talvez teríamos um mundo um pouco melhor.
Pedro Miguel Sousa
in Jornal Povo de Fafe (23/04/2010)
sexta-feira, 16 de abril de 2010
A cultura do Povo de Fafe
Há uns anos atrás, numa associação que fundei com um amigo e na qual tenho o prazer de participar nos órgãos de gestão desde a sua fundação, resolvi propor a criação de uma revista (revista ‘alfa’) que se localizasse num tempo e num espaço próprio, pois assim poderíamos não só divulgar as actividades da associação e promover novas apostas, mas também dar destaque à cultura popular. Conhecíamos alguns artesãos, mas sabíamos que outros se associariam ao projecto e nos procurariam, o que aconteceu na realidade.
Após três lançamentos, divulgados na comunicação social local e nos sítios da internet do Club Alfa, verificamos que a aposta está ganha, hoje temos material à disposição para fazer uma exposição de qualidade. O mesmo pensei para uma coluna do Caderno Cultural do Povo de Fafe e, na última edição do mesmo, saiu já o trabalho de dois artistas populares que se dedicam à pintura no espelho. Como acontecera com a revista ‘alfa’, já fomos contactados para abordar uma exposição, que apresentava diversos trabalhos quer de pessoas individuais quer de colectividades, realizada numa freguesia de Fafe, e a qual será divulgada no próximo número do Caderno Cultural.
Deste modo, acreditamos que Fafe tem muitas potencialidades que podem e devem ser divulgadas. A cultura não é só dos que já ganharam reconhecimento público, nem dos eruditos ou intelectuais, a cultura é de todos que fazem dela uma forma de ser e estar na vida. Se atentarmos nas obras artísticas, reconhecemos que há o recurso aos mais diversos materiais para expressar as mais variadas emoções, sensações, revoltas ou alegrias, mas se uns conseguiram alcançar êxito porque acreditaram nas suas obras, outros têm no Povo de Fafe um apoio para divulgar os seus trabalhos e, assim, fazer com que as apostas na cultura e na arte sejam uma referência e tornem um marco na história do Povo de Fafe.
Independentemente da obra e dos materiais utilizados na sua elaboração, seja uma pessoa individual ou colectiva, todos poderão entrar em contacto com a redacção do Jornal Povo de Fafe para que possamos agendar uma visita aos trabalhos ou acompanhar um evento que retrate a cultura do Povo de Fafe.
Em conjunto, vamos divulgar a Arte do Povo de Fafe!
Pedro Miguel Sousa
in Jornal Povo de Fafe (16-04-2010)
Após três lançamentos, divulgados na comunicação social local e nos sítios da internet do Club Alfa, verificamos que a aposta está ganha, hoje temos material à disposição para fazer uma exposição de qualidade. O mesmo pensei para uma coluna do Caderno Cultural do Povo de Fafe e, na última edição do mesmo, saiu já o trabalho de dois artistas populares que se dedicam à pintura no espelho. Como acontecera com a revista ‘alfa’, já fomos contactados para abordar uma exposição, que apresentava diversos trabalhos quer de pessoas individuais quer de colectividades, realizada numa freguesia de Fafe, e a qual será divulgada no próximo número do Caderno Cultural.
Deste modo, acreditamos que Fafe tem muitas potencialidades que podem e devem ser divulgadas. A cultura não é só dos que já ganharam reconhecimento público, nem dos eruditos ou intelectuais, a cultura é de todos que fazem dela uma forma de ser e estar na vida. Se atentarmos nas obras artísticas, reconhecemos que há o recurso aos mais diversos materiais para expressar as mais variadas emoções, sensações, revoltas ou alegrias, mas se uns conseguiram alcançar êxito porque acreditaram nas suas obras, outros têm no Povo de Fafe um apoio para divulgar os seus trabalhos e, assim, fazer com que as apostas na cultura e na arte sejam uma referência e tornem um marco na história do Povo de Fafe.
Independentemente da obra e dos materiais utilizados na sua elaboração, seja uma pessoa individual ou colectiva, todos poderão entrar em contacto com a redacção do Jornal Povo de Fafe para que possamos agendar uma visita aos trabalhos ou acompanhar um evento que retrate a cultura do Povo de Fafe.
Em conjunto, vamos divulgar a Arte do Povo de Fafe!
Pedro Miguel Sousa
in Jornal Povo de Fafe (16-04-2010)
sábado, 10 de abril de 2010
PSD volta a reorganizar-se… agora é a vez de Fafe!
As eleições para o PSD Nacional aconteceram e, tal como indicavam as sondagens, Pedro Passos Coelho vence as eleições. Numa atitude construtiva, convida para trabalhar consigo os adversários nesta eleição para a liderança. Eis uma atitude que dignifica a sua postura desde logo, não utilizou a velha máxima ‘não me faças se não queres que te faça’, mas evocou os interesses partidários e a união do partido para um trabalho conjunto.
O PSD precisava de sangue novo! Embora os outros candidatos também eram merecedores de atenção pelas suas qualidades, pessoalmente simpatizo mais com o cumprimento dos mandatos até ao final como faz Rui Rio no Porto e, por isso, acho que Paulo Rangel e Aguiar Branco devem concentrar os seus esforços por fazerem um bom trabalho pelo país, que tanto precisa, nos respectivos lugares para os quais foram eleitos. Se o fizerem, já estão a ser bons políticos!
Tenho tentado não abordar questões partidárias e centrar as minhas crónicas mais no concelho de Fafe, mas a política é quem gere o concelho e, por isso, é preciso que os partidos estejam firmes para que os reais interesses das populações sejam salvaguardados. Como já referi anteriormente, não acredito nas potencialidades de pessoas que fazem da política projectos pessoais, por várias razões, mas devo destacar os abusos de poder, quando se prolongam no tempo e nos mesmos cargos, e a falta de ideias. Acredito, antes, em projectos concretos. E acredito que Fafe tem muita vida para lá do seu centro, que por si só perdeu enormes investimentos com a gestão socialista, quer a nível industrial quer educacional como no passado o objectivo eleitoral de trazer para Fafe um pólo da Universidade do Minho pelo Dr. Humberto Gonçalves e refutada pelo então presidente da Câmara, como refere António Daniel no BlogMontelongo.
Deste modo, o PSD em Fafe precisa de se reestruturar também, embora pense que o humanismo da gestão de Pedro Gonçalves tenha de continuar a ser seguido, pela sua boa relação e prestação, contudo a lista que se segue terá de apostar numa linha dinâmica, empreendedora, capaz de traçar objectivos bem definidos para Fafe e levá-los à população. É preciso apostar nas 36 freguesias a todos os níveis: turismo – envolver os vários agentes culturais e dar-lhes destaque, educação – pólos equipados com qualidade e não fazer as obras só dez anos depois, cultura (popular e erudita) – o cineteatro tem uma programação considerável, mas ainda temos um ‘multiusos’ às moscas – acção social – recuperar casas só para quem realmente precisa e não para os amigos, infra-estruturas – se olharmos para as estradas camarárias dizem tudo (visitar Regadas), projectos habitacionais comuns em várias freguesias, o que permite reduzir custos na sua aquisição e fixar jovens ou fazer com que as pessoas mais velhas possam comprar a sua própria casa…
Serão muitas as investidas que se podem fazer, porque numa coisa não se pode apontar o Partido Socialista em Fafe, o facto de fazerem tudo, pois eles não fazem mesmo, agora não sei se é por falta de ideias ou querem ser bonzinhos e deixam as obras que são realmente precisas para os outros. Para todos os efeitos, não me incomodava nada que as copiassem por mim ou que conseguissem outras melhores, mas que as façam, porque assim Fafe ficaria a lucrar.
Pedro Miguel Sousa
in Jornal Povo de Fafe (09/04/2004)
O PSD precisava de sangue novo! Embora os outros candidatos também eram merecedores de atenção pelas suas qualidades, pessoalmente simpatizo mais com o cumprimento dos mandatos até ao final como faz Rui Rio no Porto e, por isso, acho que Paulo Rangel e Aguiar Branco devem concentrar os seus esforços por fazerem um bom trabalho pelo país, que tanto precisa, nos respectivos lugares para os quais foram eleitos. Se o fizerem, já estão a ser bons políticos!
Tenho tentado não abordar questões partidárias e centrar as minhas crónicas mais no concelho de Fafe, mas a política é quem gere o concelho e, por isso, é preciso que os partidos estejam firmes para que os reais interesses das populações sejam salvaguardados. Como já referi anteriormente, não acredito nas potencialidades de pessoas que fazem da política projectos pessoais, por várias razões, mas devo destacar os abusos de poder, quando se prolongam no tempo e nos mesmos cargos, e a falta de ideias. Acredito, antes, em projectos concretos. E acredito que Fafe tem muita vida para lá do seu centro, que por si só perdeu enormes investimentos com a gestão socialista, quer a nível industrial quer educacional como no passado o objectivo eleitoral de trazer para Fafe um pólo da Universidade do Minho pelo Dr. Humberto Gonçalves e refutada pelo então presidente da Câmara, como refere António Daniel no BlogMontelongo.
Deste modo, o PSD em Fafe precisa de se reestruturar também, embora pense que o humanismo da gestão de Pedro Gonçalves tenha de continuar a ser seguido, pela sua boa relação e prestação, contudo a lista que se segue terá de apostar numa linha dinâmica, empreendedora, capaz de traçar objectivos bem definidos para Fafe e levá-los à população. É preciso apostar nas 36 freguesias a todos os níveis: turismo – envolver os vários agentes culturais e dar-lhes destaque, educação – pólos equipados com qualidade e não fazer as obras só dez anos depois, cultura (popular e erudita) – o cineteatro tem uma programação considerável, mas ainda temos um ‘multiusos’ às moscas – acção social – recuperar casas só para quem realmente precisa e não para os amigos, infra-estruturas – se olharmos para as estradas camarárias dizem tudo (visitar Regadas), projectos habitacionais comuns em várias freguesias, o que permite reduzir custos na sua aquisição e fixar jovens ou fazer com que as pessoas mais velhas possam comprar a sua própria casa…
Serão muitas as investidas que se podem fazer, porque numa coisa não se pode apontar o Partido Socialista em Fafe, o facto de fazerem tudo, pois eles não fazem mesmo, agora não sei se é por falta de ideias ou querem ser bonzinhos e deixam as obras que são realmente precisas para os outros. Para todos os efeitos, não me incomodava nada que as copiassem por mim ou que conseguissem outras melhores, mas que as façam, porque assim Fafe ficaria a lucrar.
Pedro Miguel Sousa
in Jornal Povo de Fafe (09/04/2004)
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