quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Algo me diz que a coisa vai correr bem

Não sei porquê, mas estou cá com um pressentimento que a coisa vai correr mesmo bem. Sou pessoa de trabalho em equipa. Modéstia à parte, reconheço a capacidade da liderança, sobretudo da planificação e da gestão, mas sinto-me bem mais confiante com um grupo coeso quando se trata de avançar.
Os meus amigos, se verdadeiros, sabem que estou com eles até à morte. E quando abraçam comigo projetos... eh pá, ninguém nos derruba! Melhor, até pode derrubar, mas terá de vir lá do alto... P'rá frente é que é caminho!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

As Artes e o Desporto na Escola Pública

O Ministro da Educação, pode-se ler no Expresso, deu hoje sinal da sua existência e, ao que parece, há novidades a caminho. Numa demonstração clara do sistema de ensino, tendo escolhido uma escola em que as carências sociais são mais que evidentes, consegue-se aperceber o que realmente é preciso fazer para o sucesso escolar.
Levar os alunos às aulas é uma tarefa nada fácil. Ameaçar com cortes de bolsas ou subsídios nada resolve. É preciso trabalhar definitivamente a motivação e essa pode muito bem estar numa oferta diversificada nas áreas do desporto e das artes.
Da mesma forma com que se criaram condições para o ensino artístico especializado, pode-se também criar outras ofertas educativas, ou mesmo só disciplinas específicas, como o teatro, o surf, o ping pong, o bowling, o futebol, a pintura, a escultura, o desenho... para envolver mais os alunos em torno de algo que os motive. Construir equipas e avaliar o desenvolvimento cognitivo do atleta pode representar a preparação para um grande artista ou desportista.
Não se deve colocar de lado o ensino de bases de excelência como as línguas, a cultura, as matemáticas e as ciências, mas é preciso permitir aos educandos experimentar.
Possibilitar aos jovens uma educação em que estes testes as suas capacidades, dando-lhes ferramentas no campo físico e intelectual, irá representar uma maior dedicação à escola e com isso uma aproximação vocacional mais exata.
As ideias não estão erradas, vamos ver o que sai daí...

domingo, 3 de janeiro de 2016

Passagem de Ano no Multiusos, lembram-se do meu artigo?

Lembram-se da polémica com a tenda da passagem de ano em frente à Câmara? E do artigo que eu escrevi com uma solução? Fizeram como eu disse e já me disseram que foi um sucesso...

Deixo aqui para relembrar:

A Câmara de Fafe e a tenda da passagem de ano

A polémica podia ter sido evitada? Podia!

Não era para me debruçar sobre este assunto, até porque acho que já causou alguma confusão e a mim, sinceramente, o que mais me parece neste caso é que faltou alguma ponderação.
Tive conhecimento do artigo do Notícias de Fafe e li o post do COMBOIOdefafe e respetivoscomentários. Para ser muito sincero, compreendo todas as partes e aceito-as com muita tranquilidade, acho mesmo que todas as partes envolvidas têm razão, o que me surge é uma ideia que poderia evitar todo este burburinho.
Ora vejamos onde reside o problema:
1 – Há uma queixa por causa de perturbações às pessoas aí moradoras;
2 - Câmara cobra dinheiro aos automobilistas mas não cobrou os dias que este parque esteve ocupado com uma tenda (é que não é só a noite que está em causa).
Agora vamos pensar em reformular isto tudo:
1 – A Câmara em vez de dar licença para montar a tenda, podia ter contratualizado pelo mesmo valor o espaço do Multiusos;
2 – Os vizinhos não eram incomodados;
3 – A Câmara recebia um valor que serviria para a manutenção do pavilhão e, mais importante do que isso, era mais uma atividade num espaço tão mal aproveitado;
4 – Os promotores do evento ainda tinham a possibilidade de aproveitar as alas superiores do pavilhão e disponibilizar umas mesas para quem quisesse uma passagem de ano com mais requinte e juntar a família e amigos (com alimentos preparados por um dos promotores - promoção);
5 – Com um bocadinho de sorte ainda se podia promover também os doces da região e o vinho espumante e assim é que se trabalharia para a promoção do turismo.

No início ainda pensei que a tenda pudesse trazer alguns dissabores para outros espaços que tinham também a passagem de ano como atividade a realizar, mas ao que assisti na Zona Bowling e ao que me falaram noutros espaços, tudo estava muito bem compostinho. Sendo que ao Bowling só lhe faltava arrebentar pelas costuras, por isso… o problema não foi dar prioridade a uns e não a outros, ainda que aqui concorde que há uma precedência aberta!


Apareçam mais iniciativas que Fafe precisa! Convinha era que fossem bem analisadas…

sábado, 26 de dezembro de 2015

Fafe ainda tem muito trabalho pela frente, mas só tem caminho para a frente, ok?

     Respira-se melhor em Fafe. Há ventos bem mais favoráveis na cidade. Mudar faz bem. Fafe mudou e as pessoas, lentamente, estão a mudar também.
     Sempre defendi uma política para as pessoas. Uma política para todos. Basta juntar os meus artigos desde o ano 2000 até 2015 e, sem qualquer dúvida, lá estará sempre a mesma objetividade de pensamento. A política ou a gestão da pólis (cidade estado) é dever de todos os cidadãos. A democracia é o poder do povo. Assim, na sua origem, a política tem de orientar a ação do povo para o povo.
     Finalmente, temos um Município de portas abertas. Uma Câmara capaz de receber e ouvir as mais distintas propostas. É fácil falar com o Presidente da Câmara e também funciona do mesmo modo com alguns Vereadores. É verdade que ainda há muita burocracia que precisa ser ultrapassada. Mas também é verdade que as coisas não se mudam de uma só vez. E, na verdade, a mudança é sempre um dilema, mesmo que seja para benefício de todos. As pessoas ficam tão acomodadas às rotinas que se um requerimento deixa de ter uma linha para passar a ter um quadrado e escolher a melhor opção, já é um caos.
     Já se ouvem alguns rumores relativos às próximas autárquicas. Entre mais ou menos surpresas, há políticos que dão sinal de alguma aflição e nem se apercebem disso. Há uns dias atrás participava numa reunião com políticos fafenses e discutia-se a questão do ‘Orçamento Participativo’. Nas várias explicações foram dizendo que só podiam ser candidatos ao projetos residentes ou fafenses. Sendo a reunião informal (acho que até demais), deixei escapar que ‘o Dr. Raúl não podia…’ Logo um político se pronunciou em defesa do líder e disse ‘mas pode mandar fazer’. Raúl Cunha, bem ao seu estilo, até porque já tínhamos tido essa conversa antes, disse em tom de brincadeira: «eu costumo dizer que nem em mim posso votar, mas dava muito jeito».       Estes pormenores podem parecer pouco importantes, mas revelam bem o nervoso miudinho que assombra o partido socialista. Raúl Cunha veio trazer democracia a Fafe e muito mais ao PS. Algumas juntas de freguesia ainda continuam a apoiar só quem lhes dá o voto ou a arranjar favores aos familiares, mas Raúl Cunha abre as portas a toda a gente.
     Numa entrevista recente ao anterior Edil, podia-se ler a indignação em saber que um militante socialista foi aliciado para alinhar pelos independentes, mas não foi isso que o seu partido fez durante décadas aos militantes e simpatizantes do PSD e até do CDS para as juntas?
     Há uma marca que separa a política em Fafe antes e depois de Raúl Cunha. Sem dúvida. Sinceramente, acho que há duas opções para o futuro: Raúl Cunha reforça a liderança com mentalidades mais ao seu estilo ou precisamos de um novo Presidente que no dia a seguir às eleições consiga abrir as portas da Câmara a todas as propostas e, depois de análise, saiba escolher as melhores.
     Fafe não pode regressar mais ao passado!
     As políticas de agora em diante terão de ser devidamente planeadas. Unir esforços entre Associações, Escolas e Autarquia será uma mais-valia na Educação, Cultura, Deporto e Juventude. A ação conjunta levará a que cada um seja o complemento do outro. A Escola trabalha a instrução, a Autarquia cria condições logísticas e o Associativismo oferece a produção cultural, artística e desportiva, onde se pode colocar em prática a aprendizagem da Escola e utilizar o palco do Município. Juntar forças entre Associações Empresariais, Município e IEFP também representará uma melhor articulação na luta contra o desemprego ou mesmo na criação de propostas de promoção de iniciativas que promovam a exportação da marca Fafe.
    O caminho ainda é longo. É possível chegar lá. Haja vontade…
    Note-se, aqui e agora, que os meus escritos nunca pretenderam ser lei, muito pelo contrário, sou Professor e habituei-me à linguagem da construção crítica. Os meus alunos, depois de conhecerem as matérias, são obrigados a tomar posições sobre os assuntos abordados e optar por si mesmos depois da troca de ideias. Nos meus artigos procuro seguir os mesmos critérios. Os leitores têm sempre a última palavra.
      A todos, um Feliz 2016.
                  Pedro Sousa

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Um Governo quê? Da preferência da maioria?

Agora que as birras estão a acalmar, importa deixar dois pensamentos:
1 - Humildade!
Quem hoje manda, amanhã será mandado, nem que seja para o 'caralho!'
2 - Governo de preferência da maioria dos portugueses?
Não me parece. É que não sei se repararam, mas o PS não ganhou mesmo as eleições. A coligação PàF foi a mais votada... Dizer que juntos (PS, CDU e BE) têm mais votos? Aí é verdade! Mas seguindo esta ordem de ideias, o Governo seria preferência se fosse constituído por elementos dos três partidos... o que não é!
O que podemos aceitar, facilmente, é como diz o Psicólogo Rocha "Governo da preferência da maioria Parlamentar".
Aqui, a conversa já é outra!

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Passos não percebeu o que eu disse há um mês, só pode!

Ó Pá, vê lá se te orientas!
Eu escrevi no dia 13 de Outubro «… o que António Costa anda a fazer é legítimo. Está contemplado na constituição. Se há alguma coisa errada, então mude-se primeiro a Constituição!»
Mas, vamos agir como deve ser, ou seja, não é agora que se deve mudar a Constituição só porque já não serve… isso ou era antes ou depois de serenar as coisas. Se bem que eu continuo a achar que neste aspeto não tem de mudar nada. O que tem de mudar é a atitude dos políticos e perceber de uma vez por todas que o Povo é que mais ordena.
Continuo a considerar que o Partido mais votado deve governar! Mas depois disto, todos ficámos a saber que as coisas já não serão mais assim e… sabem que mais… ainda bem!
Os políticos perdem com maior facilidade o poleiro se ‘se armam aos cágados’ e o Povo começa a pensar duas vezes antes de eleger alguém…
E, ó Passos, acho que deves continuar as sessões de esclarecimento que iniciaste pelo país… mas sem birras, ok?

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O país neste impasse tem benefícios

Começo a acreditar que este é um bom momento na política nacional.
1 - Ouve-se falar mais nas propostas dos partidos do que em tempo de eleições;
2 - Todos prometem um futuro risonho: uns querem devolver dinheiro outros baixar impostos...
QUE MARAVILHA!
Até parece período de férias...
Será que podiam adiar a tomada de posse para Setembro de 2016?

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Este ano foi mais fácil colocar os professores do que os políticos

Este ano não está fácil dar início aos trabalhos na Assembleia da República! E, pelos vistos, o Governo corre sérios riscos de ser substituído já no primeiro mês, o que não constituirá problema para voltar a ser chamado, visto que se trata da primeira colocação após os resultados e pode ser denunciada.
Claro que estamos à espera que volte para a 'Bolsa de Recrutamento'. Depois, ou entra na BCE ou em Oferta de Escola... se tiver oportunidade, ou seja, se não estiver ninguém com maior graduação, obviamente!
Estas colocações são mesmo uma chatice, mas é assim enquanto não mudarem as regras!