segunda-feira, 28 de setembro de 2015

"ma•la•fai•a" - Política à moda de Fafe...

ma•la•fai•a [Regionalismo]  Aguardente de fraca graduação que se tira no fim das alambicadas de boa aguardente, para se refinar ou juntar ao cadraço.

"malafaia", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/malafaia [consultado em 28-09-2015].
 foto: http://www.quintadamalafaia.pt/
Há já algum tempo que não me pronuncio sobre a política fafense. Melhor, até falo, mas só naquelas conversas rápidas de café… Confesso que me sinto muito bem, por isso, desenganem-se aqueles que julgaram um dia que a minha pessoa podia estar viciada… sem chance, ok?
Apesar de não escrever, não significa que não ‘ande atento’… sei que dá jeito aos mais céticos, mas no silêncio encontra-se maior atenção ao pormenor.
A famosa Quinta da Malafaia volta a ser tema de conversa entre os populares fafenses. Ao contrário do que fui ouvindo durante o fim-de-semana, desta vez tenho de aplaudir o Município Fafense. Bem sei que era bonito ir sempre os mesmos… mas agora, Raúl Cunha, mostrando que as pessoas devem ter todas as mesmas oportunidades, resolveu criar regras e levar pessoas alternadamente.
Muito bem, Senhor Presidente! – Diria eu se fosse deputado… como não sou (ainda), escrevo aqui no meu blogue…

Nota: Aceito livremente opiniões diferentes… Mas a isto chama-se ‘igualdade de oportunidades’. Pode não ser tão fácil para controlar votos, mas é o caminho certo para quem os quer aumentar…


sábado, 26 de setembro de 2015

Depois de dizer o teu nome, deixo de existir...

Sei bem o poder de cada palavra. Também conheço o valioso poder do silêncio. Encontrar a simbiose entre ambas é música. É assim… como é assim também na vida. Encontrar a melodia que nos faz apreciar cada objeto como se fosse raro, cada ação como se fosse única e cada sorriso como se fosse o mais sincero.

A liberdade é fantástica!

...O SILÊNCIO.

sábado, 5 de setembro de 2015

WELCOME TO…


… em todo o lado!
Este deveria ser o lema de qualquer país, mas também de qualquer cidade, aldeia, numa casa de família ou num local de trabalho. Não é assim, infelizmente! Há terrorismo em todos os lados…
As notícias são prova disso. O terrorismo não é só feito de pólvora, mas também de violência e abusos corporais e de palavras ofensivas e tudo isto porque a pequenez da mente humana é capaz de tudo para se equiparar a Deus. Não consegue. Jamais. Acredite-se ou não num ser superior, ninguém é mais do que ninguém…
Esta imagem é belíssima. Alguém trouxe um brinquedo para a criança que chega. Não sei quem deu. Mas também não importa. Certamente que essa pessoa ficou muito feliz com essa ação. E também feliz aquela criança que só tem a roupa do corpo e, o melhor de tudo, o calor do colo de sua Mãe.
Obrigado pelo presente. Não foi para mim, mas é como se fosse.

sábado, 15 de agosto de 2015

A força do (A)Mar


Esta é uma época excelente do ano. Não quer dizer que as outras não sejam, mas esta é especial. Tudo à volta parece parar. A azáfama do dia-a-dia não importa mais. Os problemas ficam estacionados. Uma ou outra notícia que ouvimos aqui e ali, mas nada importa mais do que o Mar. Mas o mar no seu todo. A praia mais propriamente. A areia e as ondas do mar. O sabor é intenso. “Sou um guardador de rebanhos, os meus rebanhos são pensamentos e os meus pensamentos são todos sensações”…
É verdade que isto não resolve os contratempos da vida, mas acalma-os… não fosse o som calmo das ondas o mais perfeito dos remédios naturais.
Ao mesmo tempo, enquanto a acalmia nos estrutura o pensamento, surge a perfeita noção dos nossos atos, das lutas que teremos de travar para conseguir fazer com que a nossa vida faça sentido e a nossa existência seja uma marca na história da humanidade. Não são os nossos bustos erigidos que procuramos para as praças, nem tão pouco livros de memórias dos nossos feitos, mas são a presença e a verdade da nossa existência.
Mais do que escrever um livro, importa viver o livro. Mais do que plantar uma árvore, é preciso tratar dessa árvore. Mais do que fazer um filho, é obrigatório amar o filho.


sábado, 25 de julho de 2015

Somos mais fortes


Mais do que uma casa, Somos a Casa. Casa da Praça que olha do alto as tradições em alvoroço. Somos a Casa que acolhe sem perguntar se tem dinheiro porque há sempre lugar para mais um e a refeição é por nossa conta. Somos a Casa que recebeu milhares de forasteiros. Somos a Casa que abriga. Somos a Casa que… de lágrimas nos olhos já mal me deixa ver o que escrevo… porque a tempestade não nos derrubou, mas uniu com unhas e dentes as tantas gerações que por lá passaram. Somos aquilo que se chama família. Somos aquilo que se chama amizade. Somos tudo o que representa a tradição de uma Universidade que às vezes tão pouco sabe apreciar na prática o que apregoa nas aulas ornamentadas de teoria.
Hoje não estou lá… na Casa. Mas também sou um pedaço dessa Casa. A Casa que o Zé Manel, o Nelo ou o Fafe me levou a conhecer. Não estou lá, mas a Casa está cá… Porque eu… Sou da Praça. Sou da República da Praça!

Quando tudo acabar… quando não existir mais nenhuma razão aparente para eu voltar àquela cidade que me acolheu de braços abertos… quando Coimbra me deixar partir de vez… eu continuarei a ter uma Casa para me fazer voltar… 

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Tomada de posse

AKTO - Direitos Humanos e Democracia

Mais um desafio em prol de causas humanas. Causas bem fortes estas. Causas em que estará em questão o apoio a situações dramáticas como o tráfico humano ou a própria falta de democracia...
Nascida em Coimbra, esta Organização Não Governamental tem o mundo como destino. No meio de tanta trapalhada social, ainda há pessoas que abraçam causas e, com a energia que as caracteriza, arrastam outras para essas missões humanistas.
Para mim, que fui arrastado, será uma aprendizagem, mas já é gratificante só pelo facto de ter o privilégio de estar junto a pessoas com espírito solidário.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Aprender a pensar - O que os políticos não querem na Educação

São muitos. Talvez todos. Os políticos que adoram dizer a palavra 'empreendedorismo' e também os há que dizem 'criatividade'. Usem e abusem disso...
Olho para esta publicação "Aprender a pensar" e dá-me cá uma revolta quando observo o país. Ainda estamos muito agarrados aos livros de Salazar, não estamos?
Pois é, é tudo muito bonito e tal, mas quando se trata de educação, o melhor, pensam eles e não dizem, é melhor não deixar com que os meninos pensem muito, porque se pensarem os seus lugarejos vão à vida... E, claro está, a Assembleia da República deixava de ser o lugar mais monárquico de Portugal.
A Cultura Clássica pode ajudar a resolver este problema...

«Educai as crianças e não será preciso castigar os homens»
Pitágoras

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Revista alfa | Edição 7


EDITORIAL

ACADEMIA CLUB ALFA

Agora sim! A estrutura está verdadeiramente montada. Estamos atentos a todos os projetos que possam contribuir para a formação de jovens e construção humana de mulheres e homens.
O CLUB ALFA pensa a sociedade num todo. Após diversas análises sociais, temos verificado que cada entidade trabalha no ‘seu quintal’ e acreditamos que se existisse uma sintonia nas ações, seriam sempre as pessoas a ganhar.
Escolas, Autarquias e Associativismo têm de articular esforços. Ser o complemento uns dos outros. A Academia Club Alfa (www.academiaclubalfa.pt.vu), é uma estrutura pedagógica pensada para unir os diferentes polos.
O CLUB ALFA é uma associação juvenil, uma entidade privada sem fins lucrativos, e tem por missão, como definem os seus Estatutos, “Promover a formação dos jovens, tendo em vista a sua integração social; Promover o intercâmbio e cooperação com associações e organismos nacionais e estrangeiros que prossigam os mesmos objetivos.”
Para levar a cabo a missão a que se propôs, o CLUB ALFA, uma instituição ao serviço da comunidade, criou a ACADEMIA CLUB ALFA de forma a responder às reais necessidades da população em geral, nomeadamente aos cidadãos mais desfavorecidos, atenuando desta forma as assimetrias ainda evidentes. 
O momento atual obriga a reinventar novas formas de atuação face às demais necessidades impostas pela rápida transformação social, nesse sentido surgem propostas de intervenção, que se afirmarão como uma alavanca na formação de novos públicos, com a intenção de oferecer através do conhecimento a ferramenta ideal para a era da criatividade mas tendo sempre o humanismo como pilar principal.
A ACADEMIA CLUB ALFA, consciente dessa rápida transformação social, através de um plano de atividades centrado na sã convivência, procura oferecer aos academistas atividades que visem: Estimular a sensibilidade e a criatividade; Promover a autoconfiança; Promover o desenvolvimento motor, psicomotor e intelectual; Estimular o trabalho em equipa; Consciencializar a relação do indivíduo com o mundo exterior/sociedade.
 A “ACADEMIA CLUB ALFA” coloca ao serviço da população, sobretudo da mais jovem, o “Mundo Aventura” (Atividades lúdicas), a ‘Escola de Artes e Performance’ (Atividades Educativas: Cursos livres, Workshops, Clubes culturais, artísticos e recreativos…), a ‘Escola de Desporto’ (Futsal, BTT, Bowling, Zumba, Kuduro…) e o ‘Campo de Férias do Club Alfa’.
Este projeto surge porque acreditamos que as associações têm de oferecer aos jovens muito mais do que futebol, não descorando esta modalidade, mas há muitos mais jovens sem nenhuma atividade só porque o futebol é limitado quanto ao número de pessoas. Se pensamos nas raparigas não temos quase nada para oferecer. O IPDJ e a Secretaria de Estado da Juventude terão de ser sensibilizados para isso. As IPSS têm creches, infantários e lares. As escolas o ensino. As associações Juvenis podem assumir um papel de educação não-formal com o Governo de Portugal e implementar um projeto de construção da pessoa assente na arte, cultura e desporto como complemento à escola e com isto estaremos, certamente, a contribuir para a cidadania, a cultura e a vida saudável.