segunda-feira, 23 de março de 2015

A "JUSTIÇA DE FAFE" vende ou não vende?


Eu não disse?
Ora aqui está! Como podem ver nas imagens ao lado "546 pessoas gostam disto" e na imagem de baixo há "40 partilhas". Obviamente que isto só diz respeito ao que tenho acesso direto, ou seja, as minhas páginas (blog e facebook do blog). Há outras páginas que partilharam e dessas não tenho dados. Mas o que queria mesmo mostrar é que o nome "JUSTIÇA DE FAFE" vende mesmo e as pessoas de Fafe não têm qualquer medo de o assumir. Quem tem medo, parece-me, são alguns 'maus' gestores do passado e com 'zero' conhecimento em marketing e comunicação.
Neste aspeto, não duvidem, Fafe é terra mais do que justa, é terra da JUSTIÇA DE FAFE.

Amanhã voltaremos a falar em 'Justiça de Fafe' porque parece-me que há uma grande preocupação em vender Fafe lá fora e há aspetos que dizem respeito à vida diretamente dos fafenses que está a ser descorada. Nomeadamente no que diz respeito à parceria Indáqua e Município de Fafe. Preciso da cópia do programa de um partido político, mas já consultei um jurista... Não me parece que entregar cartas a intimidar as pessoas seja o melhor para a imagem da autarquia... A menos que todos já se pudessem ligar à rede pública... mas amanhã falaremos.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Se Deus criou o homem à sua imagem, por que é que este fez logo merda?


José Carlos Nascimento. Sem Título. Jacto de Tinta. 2015.

Ao centro a Bíblia aberta no livro dos Génesis, o pecado original, e no fundo a imagem de uma mulher, a Eva em pleno ato pecaminoso. À esquerda e à direita. Uma maça. Uma banana. A maçã, conhecida pelo seu lado tentador, aqui cortada a meio, a banana também, 'como que autopsiadas no cumprimento do castigo depois de consumada a tentação', assemelha-se a um coração. Já a banana pretende simbolizar mesmo o lado perverso e aqui é a representação do órgão sexual de Adão. Ambos colocados estrategicamente sob um fundo preto, não o vermelho da paixão, antes o preto como referência à condição humana de mortais depois da condenação.

Nota do artista: «... um aspeto absolutamente fundamental nesta fotografia, é que os registos fotográficos foram feitos exclusivamente com luz proveniente de filmes pornográficos.» 

'Deus sabia. Não vale a pena especular mais. Deus é todo poderoso e tinha plena consciência nas que se estava a meter.' Concordo com esta ideia. Se Deus sabe tudo, tinha de saber que Adão não resistiria à beleza de Eva, muito mais se esta se encontra no meio do mato e só coberta com umas folhinhas... 

Tentação. Consumação. Condenação. A condição humana está condenada...

O trabalho está exposto no antigo Governo Civil de Coimbra, numa exposição do Teatro Anatómico (o olhar da Arte sob a condição humana), até ao final do mês de Março.

terça-feira, 17 de março de 2015

“Com Fafe, Ninguém Fanfe”

Sou um acérrimo defensor da causa. Nunca fui muito com a ideia de Sala de Visitas do Minho. Não quero com isto menosprezar a intencionalidade dos seus autores, sejam lá eles quem forem, mas “Justiça de Fafe” vende muito mais e nisso ninguém me lixa.
Assumi esta posição há muito tempo. Há dias voltei a fazer referência ao assunto:

Logo de seguida vejo anunciada uma aposta na Justiça, ainda que o nome me pareça lançado um pouco a medo: “Terra Justa”. Porquê? Não seria mesmo mais eficaz: “Fafe, Terra da Justiça”?
Compreendo que se queira associar este novo projeto a ‘causas’, mas haverá causa maior do que fazer justiça? Até nas palavras: ‘justa’ tem 5 letras e 2 sílabas e ‘Justiça’ tem 7 letras e 3 sílabas. Até a simbologia do 7 e do 3 podiam ser auxiliadores de grandes dissertações académicas… ou criações performativas!
É mais do que evidente que me agrada pegar no tema. Mas mais me agradará se se assumir mesmo este nosso lema tão forte (Com Fafe, Ninguém Fanfe) e a própria imagem da ‘Justiça de Fafe’ como se faz com o Galo de Barcelos.
Querem apostar como a imagem vende?
Vamos ver quantos likes tem este post… com esta simpática imagem que representa muito mais do que arruaceirada que alguns tanto medo têm. Quem vem de fora quer ver esta imagem e conhecer o nosso lema.
Não será de justiça que a cidade de Fafe, o Distrito, o País, A Europa e o Mundo precisam?
Seja como for, finalmente à 'Justiça de Fafe' vai-lhe ser dada a importância merecida. Mais uns pontos para quem muito bem sabe orientar o líder maior e, com isso, o líder soma e segue. É assim, um gestor não tem de saber tudo, mas tem de se saber rodear. Para que se 'faça justiça' temos de aplaudir Nuno Cobanco que muito bem está a trabalhar a imagem de Fafe e Raúl Cunha que se soube rodear.

Viva a Justiça… de Fafe! Claro! 

Imagem retirada do JORNALdeFAFE

domingo, 8 de março de 2015

Só seremos Homens de verdade...

... quando soubermos respeitar a Mulher com toda a dignidade!

«Se a tua Liberdade depende dos meus atos, então desisto.
Nenhuma Princesa pode viver aprisionada,
Nem mesmo dentro do meu coração!»
Pedro Sousa

terça-feira, 3 de março de 2015

Nova identidade da Câmara de Fafe, like…

A mudança tem destas coisas. Agradam a uns. Desagradam a outros. E irritam sobretudo os que estão acomodados e habituados a um ritmo de vida que só o facto de se falar em mudança já os assusta. É também assim que vejo estes sucessivos progressos que têm acontecido com a Câmara de Fafe. É verdade que é preciso mudar muita coisa e até mesmo pessoas que já estão há tempo demasiado em cargos públicos. Isto de ter políticos máquinas, que só sabem fazer caça às bruxas, que não têm sensibilidade humana e multam por tudo e por nada… não são certamente os melhores para esses lugares.
Quanto ao site e à nova imagem, parece-me bem, numa primeira impressão. Quase só tive tempo de abrir o site e fazer uma visita rápida, mas acho piada ao logótipo. Parece-me que vai funcionar bem. O que continuo a não perceber é a teimosia em deixar a ‘Justiça de Fafe’ fora disto…
Assim como considero que Raúl Cunha está com o verdadeiro espírito de um político. Não sei os livros que lê, mas há muita inspiração na Cultura Clássica. Era importante que recomendasse a obra ‘Os Cavaleiros’ de Aristófanes aos seus colegas… sobretudo aos que ainda só vêem a política do ‘venha a nós’.
Aprecio a postura de alguém que não está lá para ajudar as panelinhas criadas há décadas, mas obriga as entidades que queiram trabalhar com a Câmara a ter uma atitude transparente. Agora só falta fazer isso com todas as entidades…
Gosto deste trabalho com outras entidades (Carnaval, por exemplo, em conjunto com a Junta de Fafe), ainda que não tenha percebido a razão do nome que me causou alguma estranheza: Pai das Orelheiras? Porquê? Até pode existir alguma razão histórica, mas também é verdade que se não existia, passa a existir e o mais importante é o conceito que foi muito bem visto. Nesta matéria, surgiu uma observação da minha namorada que me parece importante: «E se as freguesias com o que já fazem fossem desfilar todas ao centro da cidade e acabasse com o Pai das Orelheiras?»
Gosto, ainda mais, de uma nova Câmara que não quer o protagonismo só para si, especialmente quando as ideias são de outros, mas colabora como parceiros e, deste modo, o projeto é dos dois. Está aqui um bom pretexto para voltarem a pegar nas Jornadas Literárias e Culturais e convidarem Carlos Afonso para as coordenar como ele tão bem sabe. Podem, também, e é apenas sugestão, ser mais abrangentes e solicitar registos de património e criarem uma base de dados no próprio site. Neste campo, até têm um funcionário especialista no assunto… que tal uma parceria com ele? Certamente quem vier a seguir, ao consultar o património de cada freguesia, vai pensar duas vezes antes de derrubar monumentos como se fazia até aqui.
Seja como for, agrada-me sobretudo esta Câmara que sabe comunicar com as Pessoas! É óbvio que o trabalho não termina e há muito a fazer. Também é evidente que o que me agrada a mim, que não tenho tacho na Câmara, desagrada a muitos que não o querem perder (até porque se o perdem, há alguns que nunca mais na vida irão ganhar esses salários). Seja como for, o caminho é esse e a Comunicação não só chega às pessoas como é possível para as pessoas.