segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

SOU O PRÓXIMO MINISTRO DA EDUCAÇÃO

No post “Os Politécnicos agora já reagem?” pode ser lido o seguinte texto:
Se querem ver a qualidade dos alunos façam uma prova quando saem das faculdades a nível nacional e atestem o nível dos cursos. Depois, obriguem os professores (a custo zero) a uma constante reciclagem e vão às escolas para ver como eles trabalham e, principalmente, como eles lidam com o público cada vez mais difícil. Isso é que será uma prova de verdade.
Um professor até pode tirar 20 valores numa prova, mas não significa que seja um excelente pedagogo numa sala de aula!

Após as notícias que agora nos chegam da OCDE, que em nada me vêm surpreender, obrigam-me a dizer:
 Eu não digo? Querem avaliar-me? Apareçam... Sentados no ar condicionado não vão perceber que 'os alunos não são máquinas'. Eles têm comportamentos humanos, sendo que às vezes ninguém os percebe..., mas são pessoas, ok? Reagem... têm dor de dentes, barriga e tudo o resto... e isso não está planeado em Lisboa. Já agora, alguns também têm fome... que é o que mais me custa aceitar!

E, ainda, mais acrescento:
Começo a acreditar que sou mesmo bom! É claro que estou a brincar, mas o certo é que isto é óbvio... ao tempo que defendo reciclagem, formação... obrigar mesmo os professores a terem formações que lhes permitam ganhar novos utensílios de trabalho. Já escrevi algumas vezes sobre isto e agora é a OCDE a dizê-lo... Da minha parte, só falo porque ando no terreno! E não tenho ar condicionado...


ESTAREI PREPARADO PARA ASSUMIR FUNÇÕES GOVERNATIVAS?

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Hoje amo-te mais do que ontem

‘... triste e leda madrugada’. A saudade na despedida sem partires. A vontade de te agarrar na força das palavras entre o calor de um abraço sem fim... As ondas do mar são fios suaves entrelaçando a solidão. A praia, toda a praia, um manto deserto... sem ti.
Era assim todas as manhãs.  

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Quando tem de ser... estamos lá!



A Câmara de Fafe e a tenda da passagem de ano

A polémica podia ter sido evitada? Podia!

Não era para me debruçar sobre este assunto, até porque acho que já causou alguma confusão e a mim, sinceramente, o que mais me parece neste caso é que faltou alguma ponderação.
Tive conhecimento do artigo do Notícias de Fafe e li o post do COMBOIOdefafe e respetivoscomentários. Para ser muito sincero, compreendo todas as partes e aceito-as com muita tranquilidade, acho mesmo que todas as partes envolvidas têm razão, o que me surge é uma ideia que poderia evitar todo este burburinho.
Ora vejamos onde reside o problema:
1 – Há uma queixa por causa de perturbações às pessoas aí moradoras;
2 - Câmara cobra dinheiro aos automobilistas mas não cobrou os dias que este parque esteve ocupado com uma tenda (é que não é só a noite que está em causa).
Agora vamos pensar em reformular isto tudo:
1 – A Câmara em vez de dar licença para montar a tenda, podia ter contratualizado pelo mesmo valor o espaço do Multiusos;
2 – Os vizinhos não eram incomodados;
3 – A Câmara recebia um valor que serviria para a manutenção do pavilhão e, mais importante do que isso, era mais uma atividade num espaço tão mal aproveitado;
4 – Os promotores do evento ainda tinham a possibilidade de aproveitar as alas superiores do pavilhão e disponibilizar umas mesas para quem quisesse uma passagem de ano com mais requinte e juntar a família e amigos (com alimentos preparados por um dos promotores - promoção);
5 – Com um bocadinho de sorte ainda se podia promover também os doces da região e o vinho espumante e assim é que se trabalharia para a promoção do turismo.

No início ainda pensei que a tenda pudesse trazer alguns dissabores para outros espaços que tinham também a passagem de ano como atividade a realizar, mas ao que assisti na Zona Bowling e ao que me falaram noutros espaços, tudo estava muito bem compostinho. Sendo que ao Bowling só lhe faltava arrebentar pelas costuras, por isso… o problema não foi dar prioridade a uns e não a outros, ainda que aqui concorde que há uma precedência aberta!


Apareçam mais iniciativas que Fafe precisa! Convinha era que fossem bem analisadas…

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

QUE DEUS NOS CASTIGUE...

A  melhor frase que podia ouvir no dia de Natal da autoria da minha prima Helena Pinto, Lena para os amigos:

«Que Deus nos castigue com
Saúde, Amor e Dinheiro!»

Espetáculo!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

O Menino do Moinho

      Havia junto a um rio um moinho muito velho, onde morava um Menino. Todos os dias, o Menino saía bem de manhãzinha para procurar alguma comida nos campos e nas fruteiras da região.
      Um dia, apareceu-lhe um agricultor muito mau que o viu a cortar um cacho de uvas e correu-o com um cajado. O Menino correu ferido por entre o centeio e só parou quando conseguiu chegar ao rio, perto do seu moinho. Não tendo forças para avançar caiu prostrado no chão.
       De repente, um jovem apareceu por entre uns arbustos à procura de uma bola e deparou-se com o Menino. Ajudou-o a levantar-se e perguntou-lhe se precisava de alguma coisa e o que tinha acontecido. O Menino contou-lhe que fora agredido quando pegava num cacho de uvas para comer. Era muito pobre, vivia sozinho num moinho abandonado junto ao rio da aldeia, porque ficara órfão e não tinha ninguém para cuidar de si. Por isso não ia à Escola e não conhecia ninguém.
      Ao ouvir isto, António de repente disse:
       – Sou teu amigo! Quero ajudar-te a conseguir tudo o que os outros têm.
       A partir daquele dia, os dois amigos tornaram-se protectores um do outro. António, que vivia bem, guardava sempre comida para levar ao seu amigo depois das refeições e ambos corriam e saltavam no bosque junto ao rio. O Menino começou a aprender umas letras com o amigo e a ajudar António nas composições da Escola, porque tinha muita imaginação. As histórias sobre as fadas, musas e adivinhas, que o Menino inventava para o amigo, encantavam todos os meninos na Escola da aldeia. Todos queriam saber quem era o Menino com tanta criatividade.
      Enquanto isso, as notas do António começaram a ser muito boas e, no dia em que conseguiu o melhor resultado da turma, convidou os colegas para conhecer o Menino. Todos foram muito entusiasmados e passaram uma tarde a jogar à bola, a nadar no rio e a ouvir as histórias do Menino…
      O Menino do Moinho não estava mais sozinho. Tinha já muitos amigos que brincavam com ele e lhe ofereciam roupas. Alimentos e até cadernos para ingressar na Escola.
 Mas, o Natal estava próximo. Era altura de pedir as prendinhas e o Menino pediu que lhe desse cada vez mais amigos. António nesse ano não pediu nada para si, pediu antes uma família como a sua para o Menino…
     Ao acordar, numa manhã toda branquinha, cheinha de neve, António foi ver o que o Pai Natal lhe deixou no sapatinho. Ao entrar na sala, olhou para junto da lareira e viu seus pais e seu grande amigo sentados em volta da mesa de família. O Menino não estava mais sozinho, não tinha apenas amigos que o ajudavam, mas uma família de verdade, para lhe dar os melhores presentes, o carinho e o amor de verdade.

http://resineiros.blog.com/