quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

PRESÉPIO COM ARTE NA CASA MUNICIPAL DA CULTURA DE COIMBRA

 O “Presépio com Arte” da autoria da Escola de Artes Coimbra (EAC) será inaugurado hoje, quinta-feira, pelas 16h00, na Casa Municipal da Cultura de Coimbra.
 Com a orientação dos Professores Pedro Figueiredo (Escultor), Hugo Pinheiro (Designer) e Teresa Bravo (Pintora) e a colaboração de Pedro Sousa (Professor) e Tiago Cunha (Promotor), os alunos de Design Gráfico e de Design Interiores e Exteriores da Escola profissional da ARCA (EAC) resolveram abraçar o projeto da criação de um presépio para a sala de exposições da Casa da Cultura. A conceção e construção do “Presépio com Arte”, ainda que respeite toda a tradição do presépio tradicional, convida o espetador a envolver-se e tornar-se uma das figuras centrais da obra. Figuras com toque contemporâneo, suspensas, completam-se com objetos tão tradicionais. O som do pisar das folhas e o choro do bebé, a luz que brilha e aponta, a caracterização e a personificação dos objetos tornam a viagem no tempo tão natural.

 O Menino Jesus nasceu! E será assim, de uma forma tão espontânea e natural, que todos, os que resolverem pisar o chão da sala, participarão na celebração desse dia, porque o “Presépio com Arte” só estará completo com a interação do público. 

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

"Verdades Inquestionáveis"

«Tudo é questionável, mesmo o inquestionável


A teorização sobre as coisas não é nova. Nunca acabou e nem vai acabar. Podemos acreditar mais ou menos em certas teorias, mas independentemente do que se possa fazer ao homem, no que respeita à sua liberdade, de uma coisa tenho a firme certeza: pode-se tolher o pensamento, levar o homem a pensar numa só direção, seja pelo medo ao pecado ou a outra coisa qualquer, mas nunca se poderá engaiolar esse mesmo pensamento. 
Verdades Inquestionáveis não é mais do que 'work in progress'. Uma viagem ao imaginário. Uma fantasia num mundo outro. Uma brincadeira de quem gosta de jogar com as palavras. 
"A Sombra da Casa Grande" é o melhor dos títulos, porque a ação acontece numa Casa Grande, na Sombra ou... a Sombra...
Tudo o que daí vier, não é imitação da realidade, quanto muito aproximação física aos locais, já as personagens nunca as vi senão na minha própria ficção. Este romance já não é mais meu... ele vive em cada um que se aventurar a entrar aqui. Mas, atenção, a viagem não tem regresso!

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

PORQUE...

... me apetece!

TORNEIO NOS BASTIDORES

A sério, isto é comédia! Digam-me por favor que só pode ser comédia e eu aceito tudo. Agora, ouvir dizer que um político não suporta jogos de bastidores é demais... Até aceitava se fosse de um aspirante a político. Alguém que vem do coro lá da igreja ou dos escuteiros, mas quando se trata de alguém que tinha os bastidores bem controlados... é demais... Até percebo que não goste do jogo de bastidores, é que agora parece que há mais gente a jogar com as mesmas cartas e, o mais grave, nos mesmos bastidores... mas compreende-se, para quem tinha o poder absoluto... perder os bastidores é grave!
 Olha, é a vida... Como diria o outro: 'não se pode manifestar a meio de um jogo.' Nem que seja de bastidores, dizemos nós!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

FOGUETES SÓ NA FESTA

 O que fazer quando não deixam que os nossos projetos avancem?

- Fazer!

A vida está cheia de espertarolas. Uns dão nas vistas porque nasceram de boas famílias (dinheirudas), outros dão nas vistas porque se encostaram bem e passam a vida a lamber botas, outros só conseguem chegar a algum lado se arregaçarem as mangas e em vez de dizer como se faz, resolverem fazer.

Quero ver quem segura essa malta!

Dica aos meus alunos (Projetos de Intervenção) # 1

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Aqueduto de Águas (e gentes) Livres

Há imagens que nos marcam na vida! Tenho um carinho especial pelo Aqueduto de Águas Livres em Lisboa e também por Lisboa. Foram semanas a fio, durante quase dois anos e meio, a atravessar a linha férrea de Sete-Rios a Alcântara, Alcântara a Moscavide, Moscavide a Alcântara e, depois de um dia de 12 horas de formação, com aqueles 10 minutos para uma sopa e uma bifana em frente, lá regressava novamente para Sete-Rios à espera do autocarro que me levaria até Coimbra.
Não foi fácil! Os trocados eram contados a cada instante. Lá no norte, onde a política e os políticos precisam de nós em tempo de eleições, ninguém imaginava a vida de um jovem professor de mochila às costas a contar trocos. Lá, no Norte, os centros de formação diziam 'não ser a Santa Casa da Misericórdia'. Mesmo que as recomendações tivessem políticos à cabeça. Ali, depois daqueles Arcos divinais, os Centros de Formação abriam as portas, mesmo sem recomendações...
Foi ali, depois dos Arcos, que aprendi a enfrentar o desconhecido. Também foi ali, na Lisboa de luz radiante, a promessa nunca mais viver assim. Hoje sei fazer projetos para mim, para ti e para ele ou ela. Hoje sei enfrentar o Adamastor como ninguém. Não espero recompensas, mesmo depois de tantos anos envolvido a passar horas gratuitas a construir ideias para mim e até mais para os outros. Peço, sim, que façam o mesmo pelos outros, para que estes continuem o ciclo da vida.
Hoje estou aqui, a olhar para os Arcos e a mochila que me acompanhou nestas aventuras amargas e doces também está ali, bem aos pés da cama, pronta para arrancar a qualquer momento.
Sou teimoso demais... e sou livre como as águas!

terça-feira, 25 de novembro de 2014

O XXV CENTENÁRIO DA "REPÚBLICA DA PRAÇA"



A Reportagem Fotográfica é do ilustre Professor Doutor Dinis Manuel Alves. Membro honorário da República da Praça. Professor Universitário e Diretor do Curso de Comunicação Social no ISMT. Tem vários livros publicados e sites para dar e vender. Foi deputado do Partido Socialista. E tantas outras coisas que podem ser analisadas no DMA report.