... me apetece!
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terça-feira, 9 de dezembro de 2014
TORNEIO NOS BASTIDORES
A sério, isto é comédia! Digam-me por favor que só pode ser comédia e eu aceito tudo. Agora, ouvir dizer que um político não suporta jogos de bastidores é demais... Até aceitava se fosse de um aspirante a político. Alguém que vem do coro lá da igreja ou dos escuteiros, mas quando se trata de alguém que tinha os bastidores bem controlados... é demais... Até percebo que não goste do jogo de bastidores, é que agora parece que há mais gente a jogar com as mesmas cartas e, o mais grave, nos mesmos bastidores... mas compreende-se, para quem tinha o poder absoluto... perder os bastidores é grave!
Olha, é a vida... Como diria o outro: 'não se pode manifestar a meio de um jogo.' Nem que seja de bastidores, dizemos nós!
Olha, é a vida... Como diria o outro: 'não se pode manifestar a meio de um jogo.' Nem que seja de bastidores, dizemos nós!
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
FOGUETES SÓ NA FESTA
- Fazer!
A vida está cheia de
espertarolas. Uns dão nas vistas porque nasceram de boas famílias
(dinheirudas), outros dão nas vistas porque se encostaram bem e passam a vida a
lamber botas, outros só conseguem chegar a algum lado se arregaçarem as mangas
e em vez de dizer como se faz, resolverem fazer.
Quero ver quem segura
essa malta!
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Aqueduto de Águas (e gentes) Livres
Há imagens que nos marcam na vida! Tenho um carinho especial pelo Aqueduto de Águas Livres em Lisboa e também por Lisboa. Foram semanas a fio, durante quase dois anos e meio, a atravessar a linha férrea de Sete-Rios a Alcântara, Alcântara a Moscavide, Moscavide a Alcântara e, depois de um dia de 12 horas de formação, com aqueles 10 minutos para uma sopa e uma bifana em frente, lá regressava novamente para Sete-Rios à espera do autocarro que me levaria até Coimbra.
Não foi fácil! Os trocados eram contados a cada instante. Lá no norte, onde a política e os políticos precisam de nós em tempo de eleições, ninguém imaginava a vida de um jovem professor de mochila às costas a contar trocos. Lá, no Norte, os centros de formação diziam 'não ser a Santa Casa da Misericórdia'. Mesmo que as recomendações tivessem políticos à cabeça. Ali, depois daqueles Arcos divinais, os Centros de Formação abriam as portas, mesmo sem recomendações...
Foi ali, depois dos Arcos, que aprendi a enfrentar o desconhecido. Também foi ali, na Lisboa de luz radiante, a promessa nunca mais viver assim. Hoje sei fazer projetos para mim, para ti e para ele ou ela. Hoje sei enfrentar o Adamastor como ninguém. Não espero recompensas, mesmo depois de tantos anos envolvido a passar horas gratuitas a construir ideias para mim e até mais para os outros. Peço, sim, que façam o mesmo pelos outros, para que estes continuem o ciclo da vida.
Hoje estou aqui, a olhar para os Arcos e a mochila que me acompanhou nestas aventuras amargas e doces também está ali, bem aos pés da cama, pronta para arrancar a qualquer momento.
Sou teimoso demais... e sou livre como as águas!
terça-feira, 25 de novembro de 2014
O XXV CENTENÁRIO DA "REPÚBLICA DA PRAÇA"
A Reportagem Fotográfica é do ilustre Professor Doutor Dinis Manuel Alves. Membro honorário da República da Praça. Professor Universitário e Diretor do Curso de Comunicação Social no ISMT. Tem vários livros publicados e sites para dar e vender. Foi deputado do Partido Socialista. E tantas outras coisas que podem ser analisadas no DMA report.
É preciso bater nas mulheres…
… com o beijo da verdade!
É preciso bater nas mulheres com aquele sorriso de um
olhar.
É preciso bater nas mulheres com as palavras da elevação.
É preciso bater nas mulheres com a ternura de um abraço.
É preciso bater nas mulheres com a verdadeira paixão de
um amante!
Tudo o resto, tudo o que elas merecem… é porrada de
beijinhos dos filhos, dos pais, dos companheiros, dos amigos…
Hoje é o dia da “Erradicação da Violência contra as
Mulheres”, mas amanhã também…
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
XXV CENTENÁRIO DA "REPÚBLICA DA PRAÇA" NA PRAÇA DA REPÚBLICA - COIMBRA
Mais um ano, mais 100 anos! E, assim, são 25 séculos a celebrar os grandiosos feitos de tantas gerações. Doutores e Engenheiros, Mestres e Doutores, Estudantes, marrões e fanfarriões, e tantos outros que não não tendo títulos académicos são tão iguais como todos os outros e é assim que se faz uma República com tantos "séculos" de tradição. Todos têm as portas abertas, mesmo aquele que chega sem saber muito bem o porquê... tem lugar à mesa. As paredes contam histórias numa espécie de exposição temporária que nunca tem fim. O Conde, ai o Conde... este é o mais confidente dos amigos. Sabe tanta história mas a sua postura é inigualável, nunca se descai. Já a formiga essa é terrível, sempre a espalhar magia. Cada vez que um jornal ou uma televisão resolve recolher umas imagens para mais uma nota informativa, lá está ela, prontinha para o flash.
Uma República não é uma casa, uma República é a Casa. E a Casa é a República da Praça, na Praça da República - Coimbra!
Foto: Dinis Manuel Alves
Foto: Dinis Manuel Alves
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