quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

FOGUETES SÓ NA FESTA

 O que fazer quando não deixam que os nossos projetos avancem?

- Fazer!

A vida está cheia de espertarolas. Uns dão nas vistas porque nasceram de boas famílias (dinheirudas), outros dão nas vistas porque se encostaram bem e passam a vida a lamber botas, outros só conseguem chegar a algum lado se arregaçarem as mangas e em vez de dizer como se faz, resolverem fazer.

Quero ver quem segura essa malta!

Dica aos meus alunos (Projetos de Intervenção) # 1

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Aqueduto de Águas (e gentes) Livres

Há imagens que nos marcam na vida! Tenho um carinho especial pelo Aqueduto de Águas Livres em Lisboa e também por Lisboa. Foram semanas a fio, durante quase dois anos e meio, a atravessar a linha férrea de Sete-Rios a Alcântara, Alcântara a Moscavide, Moscavide a Alcântara e, depois de um dia de 12 horas de formação, com aqueles 10 minutos para uma sopa e uma bifana em frente, lá regressava novamente para Sete-Rios à espera do autocarro que me levaria até Coimbra.
Não foi fácil! Os trocados eram contados a cada instante. Lá no norte, onde a política e os políticos precisam de nós em tempo de eleições, ninguém imaginava a vida de um jovem professor de mochila às costas a contar trocos. Lá, no Norte, os centros de formação diziam 'não ser a Santa Casa da Misericórdia'. Mesmo que as recomendações tivessem políticos à cabeça. Ali, depois daqueles Arcos divinais, os Centros de Formação abriam as portas, mesmo sem recomendações...
Foi ali, depois dos Arcos, que aprendi a enfrentar o desconhecido. Também foi ali, na Lisboa de luz radiante, a promessa nunca mais viver assim. Hoje sei fazer projetos para mim, para ti e para ele ou ela. Hoje sei enfrentar o Adamastor como ninguém. Não espero recompensas, mesmo depois de tantos anos envolvido a passar horas gratuitas a construir ideias para mim e até mais para os outros. Peço, sim, que façam o mesmo pelos outros, para que estes continuem o ciclo da vida.
Hoje estou aqui, a olhar para os Arcos e a mochila que me acompanhou nestas aventuras amargas e doces também está ali, bem aos pés da cama, pronta para arrancar a qualquer momento.
Sou teimoso demais... e sou livre como as águas!

terça-feira, 25 de novembro de 2014

O XXV CENTENÁRIO DA "REPÚBLICA DA PRAÇA"



A Reportagem Fotográfica é do ilustre Professor Doutor Dinis Manuel Alves. Membro honorário da República da Praça. Professor Universitário e Diretor do Curso de Comunicação Social no ISMT. Tem vários livros publicados e sites para dar e vender. Foi deputado do Partido Socialista. E tantas outras coisas que podem ser analisadas no DMA report.





É preciso bater nas mulheres…

… com o beijo da verdade!
É preciso bater nas mulheres com aquele sorriso de um olhar.
É preciso bater nas mulheres com as palavras da elevação.
É preciso bater nas mulheres com a ternura de um abraço.
É preciso bater nas mulheres com a verdadeira paixão de um amante!
Tudo o resto, tudo o que elas merecem… é porrada de beijinhos dos filhos, dos pais, dos companheiros, dos amigos…


Hoje é o dia da “Erradicação da Violência contra as Mulheres”, mas amanhã também…

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

XXV CENTENÁRIO DA "REPÚBLICA DA PRAÇA" NA PRAÇA DA REPÚBLICA - COIMBRA

Mais um ano, mais 100 anos! E, assim, são 25 séculos a celebrar os grandiosos feitos de tantas gerações. Doutores e Engenheiros, Mestres e Doutores, Estudantes, marrões e fanfarriões, e tantos outros que não não tendo títulos académicos são tão iguais como todos os outros e é assim que se faz uma República com tantos "séculos" de tradição. Todos têm as portas abertas, mesmo aquele que chega sem saber muito bem o porquê... tem lugar à mesa. As paredes contam histórias numa espécie de exposição temporária que nunca tem fim. O Conde, ai o Conde... este é o mais confidente dos amigos. Sabe tanta história mas a sua postura é inigualável, nunca se descai. Já a formiga essa é terrível, sempre a espalhar magia. Cada vez que um jornal ou uma televisão resolve recolher umas imagens para mais uma nota informativa, lá está ela, prontinha para o flash. 
Uma República não é uma casa, uma República é a Casa. E a Casa é a República da Praça, na Praça da República - Coimbra!

Foto: Dinis Manuel Alves

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Entrevista à Rádio Universidade de Coimbra

Missão cumprida! Finalmente, eis a entrevista sobre "A vida no Seminário" no Programa de Singularidades da RUC (Rádio Universidade de Coimbra). Durante uma hora, eu e o Tiago Cunha, à conversa com os locutores Vasco Otero e Vitor Silva, falámos sobre algumas das vivências num local onde a disciplina era levada muito a sério.
É claro que toda a regra tem a exceção e se não tem...


terça-feira, 18 de novembro de 2014

O QUE VÃO FAZER COM O HOSPITAL DE FAFE?

Recebi o convite do Miguel Summavielle para o debate organizado pelos Independentes por Fafe sobre o Hospital de Fafe. Há muitas interrogações que se colocam no momento, quer no que diz respeito às valências que este oferecerá aos fafenses quer à própria gestão dos recursos humanos, ou seja, qual será o futuro (certo) para os funcionários atuais.
Já tive oportunidade de informar o Miguel que a minha presença não será possível, uma vez que a República da Praça, uma República de estudantes em Coimbra que estou ligado desde os meus tempos de faculdade, celebra mais um centenário e é precisamente neste próximo. Seja como for, ainda que de alguma forma pudesse contribuir com o meu dever de cidadão e fazer umas perguntinhas a alguns dos oradores, não poderei estar presente mas não poderia deixar de apelar à participação ativa dos fafenses, visto que é um assunto que pode contribuir para a qualidade de vida de todos.
Não menosprezando nenhuma das outras áreas, na minha opinião há duas que são fundamentais para a verdadeira qualidade de vida: Educação e Saúde! Sendo que a primeira pode influenciar diretamente a segunda. Por exemplo, se educarmos uma pessoas a ter uma alimentação saudável, esta corre menos riscos de contrair certas doenças... e, por aí diante!
Sábado, o Tetaro-Cinema precisa dos fafenses, mas daqueles fafenses ativos, sobretudo daqueles que não vão lá para ficar bem na fotografia, mas daqueles que se preocupam mesmo com os outros.
Já agora, só porque há sempre espertolas no meio disto e gostavam que só se falasse deles (o que fazem de bem, obviamente), este assunto merece a atenção de todos, não é uma questão de um só partido ou movimento político! São estes tipos de ações que Fafe precisa para melhorar, seja qual for a cor que o organize. Tudo o resto... é paisagem!