sábado, 19 de abril de 2014

Eu vou lá ter...

"Executivo"

Muito bom! Acabadinho de sair o resultado do meu 'Teste Localizador de Personalidade Profissional'. Depois de responder às 47 questões, eis que surge a minha personalidade profissional: EXECUTIVO!
Muita pinta... vou juntar uns trocos para comprar uns fatos e umas gravatas, porque um Executivo em Portugal sem gravata... nem consigo imaginar! 
Faz o teu teste: http://www.arealme.com/16types/pt/

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Daniela Mercury na Queima das Fitas Coimbra... já somos dois e tu?

Acabo de receber esta comunicação da Comissão Organizadora da Queima das Fitas 2014: «... Daniela Mercury vai actuar no Palco Forum Coimbra, no dia 9 de Maio, na Praça da Canção.» 
Neste caso, já não vou sozinho à Queima, a Daniela vai lá estar... até já Daniela!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

República da Praça numa revista alemã... e eu estou lá!




quarta-feira, 16 de abril de 2014

Revista "alfa" está a chegar...

Há muitas formas de discutir. Há quem só saiba berrar, outros dizem uma palavra e parte um prato ou um copo, na tentativa de intimidar o/a parceiro/a. Outros há que fogem da discussão... mas ainda há aqueles que dão o corpo às balas quando a causa vale a pena. Estes são pessoas com rosto, indivíduos que defendem o que acreditam e, de uma forma ou de outra, estão disponíveis para contribuir para o avanço da Cidade.
A equipa da revista "alfa", a qual venho a dirigir há alguns anos, criada com o propósito de registar as atividades associativas do Club Alfa, que continuará a fazer, decidiu abrir a sua participação à sociedade de forma a analisar um tema específico e, assim, poder contribuir para a reflexão da 'polis/cidade'.
O lançamento da revista, agendado em breve, será precedido da abertura de uma exposição de fotografia de Juliana Correia e João Carlos Lopes com o tema "Viagem" e em seguida, à apresentação da revista, um debate sob o tema "Turismo", onde participarão estes e outros nomes que contribuiram para a construção da revista, uma vez que o repto será lançado a toda a sociedade civil (Empresas, Associações, Partidos Políticos, Câmara Municipal e Juntas de Freguesia...).

segunda-feira, 14 de abril de 2014

"Caldo entornado" na secção do PSD de Fafe?

Não!
(Este post vem a propósito do artigo “Verniz estalado” de Ricardo Gonçalves que merece algumas considerações.) Na minha opinião, o Presidente da Secção do PSD, José Augusto Sousa, fez o que tinha de fazer com elevação e sentido democrático. Ora vejamos:
a) É o único, na Comissão Política que o próprio preside, que vota contra a coligação PS/PSD;
b) Ao que parece, teve intenção de se demitir de imediato mas aceita a votação e faz o que a maioria decide;
c) Instala-se a coligação;
d) O mandato termina e não se recandidata deixando o caminho livre para que os defensores da coligação avancem.

No meio disto tudo, na minha opinião, só errou quando leva o assunto à Comissão Política e estes decidem avançar sem consultar o Órgão Máximo, e porquê? Porque já sabiam que se fosse a Plenário, embora o resultado fosse o mesmo, haveria com certeza mais contestação. A única diferença é que José Augusto não estaria sozinho na contagem dos votos. Quanto ao resto? Acho muito bem que se dê espaço à coligação para que os Vereadores do PSD não se sintam melindrados, assim não terão desculpa se não conseguirem um bom trabalho, ou seja, não podem apontar armas à comissão política…

Ainda sobre o que Ricardo Gonçalves escreve, importa questionar: ‘tirava a confiança política?’
Ricardo, não se pode tirar a confiança política só porque o Presidente não concorda ou vota contra, há regras internas e aceitar a votação da maioria é uma obrigação. A minha pergunta vai antes noutro sentido: Como é que é possível todos votarem num sentido e só o Presidente, isolado, votar noutro? Ricardo, meu amigo, bem sabes que jogos de bastidores são o ponto de ordem na política… a troco de quê? Isso não posso ser eu a responder, até porque não pertenço à comissão política e não me foi dada a oportunidade de votar.

Por tudo isto, julgo que o melhor mesmo é deixar que aconteça o desejável para a vereação e que a Comissão Política e a Mesa do Plenário estejam enquadradas… espero que pelo menos no plenário os eleitos façam o que fez o Engenheiro Batista quando deu conhecimento da sua atividade (o que deveria ser exigido a todos os eleitos, mesmo das freguesias, só assim se aproximam mais as pessoas do partido), se continue com a troca de opiniões como aconteceram nas últimas (ainda que isso não agrade a todos, porque há quem só queira que se abanem bandeirinhas e se revolte quando são confrontados em vez de aceitar que digam o que faz de menos bem para melhorar, porque quando se trabalha com um nome não é só o individual que conta mas o coletivo) e que depois de votações se aceite o que a maioria desejar.


Quanto ao resto? É política… com a qual não me identifico! Sou antes apologista da transparência. Não posso deixar de dizer o que penso só porque os maiorais não querem críticas. Quando se traça uma estratégia é para melhorar tudo e não se pode ignorar o bem nem o mal, porque só assim se constroem os bons resultados. Há, no entanto, quem pense que tudo o que se diz de menos bom é para os denegrir quando o que queremos é que as coisas melhorem... aceitar as opiniões chama-se "HUMILDADE". 

Um tipo que pensa não é bom… nestes casos!

Instalação: “Linha 1”


“Linha 1”

SINOPSE | Campainhas… passadeira… semáforos… pessoas… muitas pessoas. Malas… campainhas… som contínuo, intenso, assertivo. Chega a hora. Partimos no próximo. Claro. Tudo claro, mas não consigo ver nada. Não vemos nada. Entram. Saem. Malas. Muitas malas. Observam desconfiados. Quem somos? O que fazemos ali? Onde vamos? De onde vêm? Quem são? Para onde vão? Quem somos? Quem são? Quem sou? Campainhas… passadeira… semáforos… pessoas…

Ficha Técnica: Instalação: “Linha 1” | Conceção e imagem: Pedro Sousa | Produção: Club Alfa | Apoio: IPDJ 

domingo, 13 de abril de 2014

Presidente da Câmara quer imprimir um estilo próprio

Gostei. Não posso ser suspeito para falar porque não votei nele. E, quando se conheceram os resultados, preferia que tivesse sido o Parcídio a ganhar as eleições. Ao contrário de alguns maiorais da política fafense, interessava-me mais uma viragem real em Fafe em vez de faseada. Contudo, até porque isso já faz parte da história, ainda que deva ser considerada, há um momento que merece ser destacado porque gostei do que o próprio Dr. Raúl Cunha disse na tomada de posse dos membros que compõem o Conselho de Juventude de Fafe. É claro que eu estou lá. Não como representante político. Sou representante do Club Alfa, Associação RNAJ, logo, direito a voto. Até porque a política… só quer lá quem pode controlar… 
Um estilo descontraído. Sensível às problemáticas lançadas pelos jovens. E olhem que foram muitas. (Só cá para nós que ninguém nos ouve: “Se as Assembleias Municipais fossem assim, com gente a participar, a coisa era bem mais animada…”) E, vejam bem, já no final, depois de uma brincadeira quando eu dizia a um colega que era bom para acompanhar o compasso na Páscoa, o Presidente pensava que estávamos a falar da Câmara e confessou que acabou com «o ajuntamento das cruzes à porta da Câmara. Vinham ao beija-mão ao Presidente!» Só tive uma resposta de imediato: «- Fez muito bem!».
Eu sou católico, saiba-se, mas nunca gostei deste bajular da igreja ao poder ou vice-versa, nem gosto deste nem de nenhum… e até me atrevo a dar mais um conselho ao Presidente de Fafe: «E se acabasse também com a Senhora a virar-se para os barões da câmara e viessem os políticos acompanhar a procissão ou, pelo menos, descerem do pedestal e saudar a Senhora a olhar de baixo para ela e não ao contrário?»
Ainda há mais uma coisinha que tenho de referir: é que ainda durante o plenário o Presidente referiu que quer afastar a ideia da Câmara do Passado com clivagens... e deu como exemplo o facto do Presidente de Cabeceiras que já esteve com eles no Preço Certo, embora não negue o passado, quer uma Câmara diferente.
Da minha parte, disse-o lá e repito-o aqui: só posso dizer que espero bem que assim seja. Não vai ser fácil, até porque todos sabemos como as coisas funcionam na câmara e as lutas internas… mas caro Dr. Raúl Cunha… desta vez tenho de tirar o chapéu, porque gosto dessa atitude. Até me atrevia a dizer “até que enfim que temos alguém que sabe ser mais coisas do que ser político”…


Nota para os menos atentos aos meus escritos: eu só escrevo o que acredito! Não ando à mercê de nenhum cartola! Hoje acredito que esta atitude merece realce positivo, mas se amanhã outra atitude merecer um menos positivo… o 25 de Abril veio para isso!