terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Sobremesa pronta!

Voltamos ao ataque. A última vez que tentei recriar esta obra de arte, a coisa não correu muito bem. Quase um mês depois, a vontade de provar, a mim mesmo, era tanta que não resisti a uma nova investida. Nunca gostei muito da ideia de 'eu não consigo'. É verdade que às vezes é preciso ir por tentativas, muitas tentativas, mas deitar a toalha ao chão e desistir? Não, obrigado!

São servidos?

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Celeridade de processos?

Câmara Municipal de Cantanhede demora 1 (um) mês para aprovar um projeto de construção. Até 2013, na Câmara da minha cidade de Fafe, só demoravam… ora vamos lá, de Fevereiro a Dezembro… é só fazer as contas: 10 meses! Já falámos muitas vezes neste problema. Temos experiência que é assim que se passa. Ficamos contentes ao ver estas notícias mas ainda só são intenções, aguardaremos até conhecer novos contornos. O que nos prontificamos, desde já, para publicar quando nos comprovarem que já diminuiu o tempo de espera. Os fafenses, certamente, ficarão mais felizes!
Fonte e imagem: Notícias de Fafe 

Sapatos de princesa

Há quem diga que as banalidades da vida não interessam. Mas lá que ficam bem, isso ficam. Já confessei num post anterior que não percebo nada de adereços, mas sou um apreciador nato do produto final. A Elegância. O Requinte. O Estilo.
Se eu mandasse, se fosse ditador vitalício, as mulheres seriam todas obrigadas a andar de salto alto. Até pode não ser o melhor para a saúde, mas que dá muita classe, não há dúvidas!

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Já não se pode sair à rua?

A fama começa a ser tanta que já nem em carros disfarçados uma pessoa consegue ir às compras. Isto de ter de alimentar um blogue dá trabalho. Pode parecer que não e que até é brincadeira de meninos, mas a verdade é que isto implica muita disponibilidade. Já por não falar em criatividade. Seja como for, este post só apareceu para mostrar que há coisas mais importantes do que a porcaria dos assuntos chatos como a política e há um mundo lá fora a explorar.
Querem boleia?

sábado, 15 de fevereiro de 2014

O bugalho

A natureza. Às vezes, muitas vezes para ser mais preciso, somos levados a percorrer locais que nos são tão familiares que nem damos importância ao que a natureza nos oferece. É verdade que não sei muito bem a razão pela qual fotografei este fruto, mas sei que foi uma sensação agradável o facto de reencontrar algo tão simples... No meio disto tudo, apercebi-me que há um mundo inteirinho lá fora que precisa de ser explorado. Ou melhor, aproveitado! Voltar novamente a educação para a exploração da natureza é o caminho!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Dia dos Namorados

Há dias assim. Um tipo torna-se romântico. Influenciado pelo cosmos perturbador da sociedade. Mas há muitos outros que também são assim. Só não há o mediatismo bacoco de um dia, porque as flores aparecem em todo o lado, mas há Uma que é a mais bonita! 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

A vida de um gajo por Coimbra

Ontem levantei-me com o objetivo de ir tratar de uns assuntos pessoais. Aulas só à tarde e, como ‘chovia a potes’, não foi fácil levantar-me. Bem, mas o dever fala mais alto e com algum esforço fiz-me à vida. Tratar do seguro do carro, um abatimento quase para metade e com as mesmas regalias e na mesma companhia. Passo na farmácia e sou atendido por duas farmacêuticas lindonas e de um sorriso contagiante – é claro que só escrevo isto porque a minha namorada não lê estas coisas. Vou ao Centro de Saúde para marcar uma consulta e lá estive a dizer a minha disponibilidade. Sim, não foi marcada a consulta na primeira vaga que apareceu mas ficou para quando a minha agenda o permite. É certo que não é coisa urgente porque se o fosse tinha (e tenho) consulta todos os dias das 9h00 às 10h00 como qualquer utente deste Centro de Saúde de Celas do SNS. Ao sair do Centro de Saúde, lembrei-me que me faltava levantar dinheiro e lá vou eu contente, porque tudo estava a correr bem, quando de repente uma senhora olha para mim e me cumprimenta com muita graça e de pompa e circunstância. Não sei quem era, retribui o gesto do mesmo modo, até porque «gentileza gera gentileza», mas quase me senti um Presidente da República. Pensando bem, não sei como se sente um Presidente da República, mas deve ser do género ‘importante’. Só que neste caso, a importância não é nada mais do que gestos vulgares… ou talvez não, quando se trata do SNS (Serviço Nacional de Saúde)...

Esfero-Vi-Te